Um dos trabalhos que preciso entregar essa semana para a pós graduação é um texto de como foi minha experiência em criar um perfil na rede social Pinterest.
Caso queiram por curiosidade conhecer o Pinterest, deem uma olhada na minha página….e se gostarem (o que duvido!) me avisem que envio o convite….
O Pinterest é mais uma rede social de compartilhamento de imagens. Há a possibilidade de compartilhar imagens próprias, recompartilhar de outras pessoas, além da possibilidade de comentar ou gostar das imagens.
O primeiro passo para fazer parte desta rede social, é receber um convite. Isso pode ser feito de duas maneiras: ou algum “amigo” te envia, ou pede-se ao Pinterest através do site que o enviem, o que demora cerca de 24h.
Escolhi a segunda opção e recebi o convite. Ao tentar fazer o cadastro fui surpreendida com a informação de que somente usuários cadastrados no Facebook ou no Twitter podem se cadastrar no Pinterest.
Sem outra alternativa, me decido pelo Twitter ao invés do Facebook, porém o cadastro vai demorar mais um pouquinho para ser efetivado, pois a empresa onde trabalho faz parte dos 90% das empresas que bloqueiam redes sociais. Chegando em casa, lá vou eu, muito a contra gosto me cadastrar no Twitter… Acredito que faltam-me genes da geração z, ou um tanto mais de paciência para participar desses encontros sociais fragmentados que a internet proporciona. Cadastro feito! Agora fazendo parte dessa rede social, o próximo passo será criar álbuns (ou se preferir Boards) e inserir imagens que considere relevante para alguma coisa.
Com o Pinterest feito, com senha e login em mãos, já posso cancelar o Twitter, pois pra mim não serve de nada. No entanto, não consigo cancelar, porque acessando a internet de um computador móvel não há a possibilidade de cancelamento. Ainda não tive oportunidade de cancelar o Twitter, a não ser que eu vá a alguma lan house ou utilize o computador na casa de alguém. Meu Twitter está lá somente com nome, sem rosto e sem informação, só o espírito num deserto de informações
Ao imergir ao universo do Pinterest, o desafio foi pensar quais seriam os álbuns que eu criaria, para quem seria e o que tipo de informação gostaria de passar aos meus “amigos”. Cedi ao apelo narcísico e criei álbuns com minhas indicações musicais e literárias. Assim, ao menos os “amigos” poderiam me conhecer um pouco mais, além de me mostrar uma pessoa interessante, sempre se lembrando do objetivo primordial dessas redes sociais, que é conseguir muitos “likes” e “followers”, como se fosse uma competição. Essa é uma característica das redes sociais, oferecer recompensas, por menor que seja o esforço que se faz. E neste caso, basta uma boa imagem/ foto.
Além disso, criei mais dois álbuns, um intitulado “lugares”, onde as imagens pinçadas são de lugares que no meu ponto de vista são maravilhosos e então este álbum é tal qual um álbum da lei da atração. E o outro álbum, intitulado “idéias” foi criado com o intuito de mostrar algumas criações minhas além de imagens que servem de inspirações para trabalhos futuros.
Ao criar o Pinterest, também pensei nele como uma extensão do blog que alimento com informações e impressões pessoais e profissionais. O blog tem o objetivo primeiro de ser um portfólio virtual além de um universo próprio para testes, rascunhos e esboços de minhas impressões, idéias e conhecimentos.
Provavelmente não alimentarei o Pinterest após o resultado avaliativo deste curso, pois não acredito que será de grande valia para meu trabalho. Além disso, o tempo gasto em alimentar este tipo de rede social, para mim será mais bem aproveitado de outras formas.
O Pinterest, a meu ver, pode ser comparado à brincadeira de criança chamada “bafo” (o objetivo do jogo é ganhar figurinhas onde cada jogador coloca uma quantidade de figurinhas formando um monte, então seguindo uma ordem, o jogador bate com a mão no monte de figurinhas. As figurinhas que virarem do avesso são recolhidas pelo participante que acabou de bater), no entanto, ao entrar no Pinterest não existe perdedor, somente acumulador e copiador de imagens. Porque aqui o jogo não se resume em ter figurinhas que ninguém tem e sim em ter figurinhas interessantes que valham um “like” ou um “repin”. E se sua coleção for incrível, então se ganha um “follower”.
Sei da importância, em se manter redes sociais ativas para garantir a visibilidade tão importante nos dias de hoje, onde a concorrência pelo lugar ao sol é enormemente competitiva. Mas caso necessite, preferirei aderir aos profissionais que são pagos para manter estas redes sociais ativas.