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Archive for novembro \29\UTC 2011

Raiva

Semana passada estava sem a menor paciência com qualquer coisa.

Com vontade de xingar, gritar……..foi tão forte que no auge desse sentimento escorreram até mesmo algumas lágrimas de raiva……..

Mas não era um sentimento por alguma coisa em especial……….era uma falta de paciência tamanha que se transformou em raiva…….

Como já passou esse sentimento, resolvi fazer uma pesquisa para entender melhor essa irritabilidade!!!

Comum a todos, a raiva é vivida em diferentes graus ou intensidades por cada pessoa. A raiva tem várias faces, todas potencialmente danosas. Infelizmente, seus efeitos se acumulam no corpo. Raiva não controlada pode causar problemas cardiovasculares, estomacais e dermatológicos.

Segundo Freud, todos nós temos predisposição orgânica para cedermos à somatização de algum conflito. Desta forma, muitos de nossos adoecimentos repentinos são frutos do que ele chamou de “complacência somática”. Nós guardamos a mágoa ou “fazemos de conta” que ela não existe. Como os sentimentos não morrem, eles são drenados no próprio ser, ferindo aquele que lhe deu abrigo.

Descobri que há três tipos principais de “pessoas com raiva”:

O que é raivoso por fora

Tem um aumento de pressão, freqüência cardíaca acelerada e suor excessivo, correndo sério risco de ter infarto e derrame

O que é raivoso por dentro

É o que range os dentes, tem vontade de chorar, possui dor de estomago e de cabeça. Provavelmente terá gastrite e dermatites.

O que é raivoso crônico

É o que demonstra tique, como bater o pé, fica com dor de estomago, pressão elevada e compulsões. Acabará tendo hipertensão e gastrite.

Joe Palca e Flora Lichtman, jornalistas norte-americanos especializados em ciência, lançaram  Annoying – The Science of What Bugs Us (algo como Irritante – A Ciência do que nos Incomoda) destacam que a irritação é uma forma mais branda de raiva, e há aqueles que a equiparam a frustração.

Annoying - The Science os What Bugs Us

Eles citam no livro muitas das chateações que parecem ser universais e as soluções que propõem para as mesmas. Ajuda, sem dúvida, o leitor a livrar-se delas ou ao menos não se aborrecerem muito.

Neste link tem a matéria publicada na Folha de Mariana Versolato com o título “Isso irrita”, sobre o livro.

Uma coisa engraçada sobre os aborrecimentos que sentimos é que, em muitos casos, eles são, realmente triviais, por exemplo: minha gata se lambendo, sons produzidos pelos outros como tosses, espirros, etc., sendo assim, não é tão simples controlar a irritação em relação a esses acontecimentos. Somente quem está no estado irritadiço é que sabe o quanto essas pequenas coisas irritam, tendo a raiva como reação imediata.

O termo irritar provém do latim irritare, que significa incitar, estimular ou provocar. Quando envolve propriedade, pode se considerar inveja, assim como pode ser ciúme, quando se trata de outra pessoa.

Apesar de o impulso da raiva durar apenas alguns segundos, o estado de irritação pode perdurar por mais tempo e reavivar a emoção a qualquer momento. Embora a percebamos como desagradável, a irritação em si, pode também ser “divertida”! Confesso que algumas vezes já tive ataque de riso bem no momento em que estava mais enraivecida.

Quando a raiva e irritação se voltam para um determinado alvo por um período significativo, deve-se classificar isso como ódio. E no fim da escala, a ira vincula a irritação.

A irritação e a raiva são emoções bastante intensas, vinculadas a fortes reações corporais e que podem conduzir ao chamado “ódio visceral” (aumento da pressão arterial, tensionamento dos músculos e expressões assustadoras no rosto)

A expressão típica de irritação compõe de um franzir do rosto, de uma ruga de ira ou raiva na fronte ou contrações dos músculos da testa. Essa mímica faz com que os olhos se apertem, protegendo-os da incidência excessiva da luz. É assim que nos fechamos, isolando-nos ou tentando nos isolar da causa da ira.

No plano mental, pode-se dizer que usamos proteção para os olhos, tornando-nos como cegos para uma possível solução do conflito. Os gestos e a postura do corpo emitem outros sinais de nossa irritação, como, por exemplo, fechar os punhos. Aliás, o tom da voz também se altera e ela pode passar a soar estridente ou abafada.

Em geral, somos capazes de controlar nossa raiva ou a irritação. Se, porém, não formos capazes de as controlar, pode nos levar a agressão e ao uso da violência e aí, por exemplo, relacionamentos podem terminar com um fim precipitado.

Eu sei que o sentimento natural de raiva dificilmente consegue resolver as coisas.

Não conheço nenhum caso de alguém que realmente conseguiu resolver os problemas com um rompante de raiva….
Nem quando a raiva apareceu como uma luz no fim do túnel para os conflitos humanos.
A raiva é uma virtude?
Quais são os valores relacionados com a raiva?

Por outro lado pode se levar em consideração que a raiva inicial pode ser motivador para uma solução, quando bem direcionada.

O sentimento de raiva é humano. Embora reprovável, é preciso aprender a conviver com ela. O melhor a fazer é se adequar a este sentimento já que não podemos nos livrar dele por completo.

Raiva, até a próxima !!! Quando voltar estarei melhor preparada !!!

Encontrei um texto da Danuza Leão,  chamado A Raiva Constrói. Vale a pena ler.

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O que: Palestra “O Jazz Como Espetáculo”, com o jornalista e crítico musical Carlos Calado

Quando: 29 Novembro 2011 – 20h

Onde: Sesc Pinheiros

Quanto: Grátis

Idealizado por Carlos Calado, o evento apresenta a trajetória do gênero, dos rituais de origem africana aos happenings e performances contemporâneas.

A análise será ilustrada por filmes e  vídeos de ícones como Louis Armstrong, Duke Ellington, Bill Evans e John Coltrane.

“O Jazz Como Espetáculo” é também o título de um dos livros do jornalista, autor de “Comédia dos Mutantes” e “Tropicália: a História de uma Revolução Musical”.

Carlos Calado é também responsável pela edição de coleções de jazz publicadas pela Folha de S. Paulo.

Dica: vale a pena passear pelo site de Carlos Calado, há textos e videos bem interessantes sobre Jazz, samba, soul, choro, blues, bossa nova, salsa, instrumental, hip hop, R&B, funk e outras vertentes musicais, em dicas, resenhas, entrevistas e coberturas de festivais

http://www.carloscalado.com.br/

 

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Vou confessar que conheci o Vik Muniz quando ele fez a “entrada” da novela global, acredito que foi ali um ponta pé inicial para o nome “aparecer” na mídia nacional, depois pesquisando vi que ele tinha uma longa jornada, achei trabalhos dele de 1987 já muito rico, penso eu! “quando eu nasci ele já era bom!” e o trabalho dele só veio melhorando e o melhor de tudo se renovando, na minha opinião ele é uns dos artistas brasileiros que mais criam com diversos materiais, o que faz ser mais artista ainda, sabe usar de varias ferramentas para criar, com certeza é uma referência muito importante para mim, parabéns pelo prêmio!

Site: http://www.vikmuniz.net/
Mais sobre o artista: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vik_Muniz

Homem do Ano GQ na categoria Artes 2011

A capacidade de surpreender de Vik Muniz parece inesgotável. Indicado ao Oscar de Melhor Documentário com seu Lixo Extraordinário, que mostrava seu trabalho com catadores de um lixão no Rio, ele passou o primeiro semestre buscando apoio para a associação de seus novos protegés. Em setembro, apresentou em Nova York a série inédita de telas feitas a partir de rasgos de revistas, jornais, livros e publicidades que reproduz obras de grandes mestres. Espécie de impressionismo midiático, essa nova empreitada ressuscitou as maçãs de Cézanne, o absinto de Degas, os campos de trigo de Van Gogh, a Crucifixion, de Thomas Eakins, de rasgos de textos sagrados. “Fiquei muito surpreso, para falar a verdade, com o prêmio. Não sou um homem muito ligado a lifestyle, mas gostei muito do reconhecimento da revista”. Com esse jeito simples, o criativo e inquieto artista plástico Vik Muniz agradeceu ao prêmio de Homem do Ano na categoria Artes. “É incrível voltar ao país para participar da cultura por aqui de uma forma mais completa. Arte contemporânea não é privilégio, é direito”, disse, no palco, ao receber o prêmio do pequeno Paulo Marinho.

Fonte: (http://gq.globo.com/men-of-the-year/surpreso-e-feliz-o-artista-plastico-vik-muniz-recebeu-o-premio-de-homem-do-ano-na-categoria-artes/)

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Hoje vou falar do grande Rembrandt, alguns meses atrás não o conhecia, porém o meu professor fala muito e muito bem deste artista, então decidi investigá-lo e compartilhar suas obras com um vídeo muito bom, boas informações de cores, formas e inspirações  !

Rembrandt Harmenszoon Van Rijn foi um importante pintor e gravador holandês. É considerado um dos mais importantes pintores do barroco europeu. Nasceu em 15 de julho de 1606 na cidade de Leiden e faleceu em Amsterdam em 4 de outubro de 1669. Filho de uma família simples e com muitos irmãos Rembrandt estudou latim quando era criança. Nesta época, já demonstrava grande interesse pela pintura. Jovem, foi matriculado na Universidade de sua cidade natal (Leiden).  Foi aprendiz do pintor holandês Jacob van Swanenburgh e, pouco depois, abriu seu próprio estúdio de arte em sua cidade.  Em 1629, seu talento foi descoberto e conseguiu várias encomendas de pinturas para a corte de Hague.  Nas décadas de 1630 e 1640 seu nome ficou muito conhecido no cenário artístico holandês e europeu. Grande parte de suas obras famosas foi realizada neste período.

Estilo artístico de Rembrandt:
– Na primeira fase de sua vida artística (1625 – 1630), Rembrandt abordou temas religiosos e alegóricos. Nesta fase, o detalhismo fez muito presente em suas pinturas.
– Na primeira metade da década de 1630, Rembrandt abordou temas mitológicos, cenas da Bíblia e paisagens naturais. Suas obras neste período são marcadas pelo formato ampliado e contrate alto;
– Na década de 1640, o pintor passou a dar um tom mais sombrio às suas pinturas. O formato reduziu de tamanho.
– Na década de 1650, Rembrandt foi para um estilho mais detalhado e fino. Com cores fortes, retratou personagens bíblicos de forma individual.
– Nos últimos anos de sua vida, Rembrandt pintou autorretratos.

Principais obras de Rembrandt:
– Jeremias prevê a destruição de Jerusalém – 1630
– A Lição de Anatomia do Dr. Tulp – 1632
– A descida da cruz – 1633
– Ronda Noturna – 1642
– Aristóteles com o busto de Homero – 1650
– As Três Cruzes -1653
– O banho de Betsabé – 1654
– Autorretrato com pintura e pincéis – 1660

 

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A dica de hoje é um disco que ficou perdido por 36 anos, que reúne Dizzy GillespieTrio Mocotó no Brasil……….

Ohhhhhhhhh

São apenas seis faixas apenas. As duas primeiras músicas, “Samba” e “The Truth”, são do pianista e compositor Michael Josef  ‘Mike’ Longo, que trabalhou com Dizzy (com quem dividiu o disco The Earth Is But One Country). O solo de trompete atravessa a seção rítmica de “Samba”,  já “The Truth” é mais experimental, com solos concêntricos de Dizzy costurando um percurso no meio da percussão. Em “Evil gal blues”, há um dueto com a cantora Mary Stallings. As duas faixas aparentemente criadas durante as sessões, “Dizzy’s shout/Brazilian improvisation” e “Rocking with Mocotó”  são creditadas ao trompetista.

 

O trompetista Dizzy Gillespie  foi um dos responsáveis pela modernização do Jazz e pelo alargamento de suas fronteiras, buscando conexões com os ritmos afro-cubanos, por exemplo.

A primeira vez que Dizzy desembarcou aqui no Brasil foi em agosto de 1956. Já nesta primeira visita, falou de seu fascínio por Dorival Caymmi. Em 1961 e 1963, voltou e elogiou a batida da bossa nova de João Gilberto. Em 1971, arrumou batucadas com sambistas de escolas de samba.

Em agosto de 1974 retornou ao Brasil disposto a inovações. 

Na visita que fez em 1974, tinha em mente, segundo executivos das gravadoras Philips e do selo americano Perception, fazer um disco inteiro em que o trompetista se faria acompanhar por cerca de 100 ritmistas brasileiros. Chegou a tocar com sambistas da Escola de Samba Mocidade Alegre de Padre Miguel. Mas gravar era um probloema. “Reunir 100 ritmistas para uma gravação foi a primeira ideia que os empresários tentaram tirar da cabeça de Dizzy”, relata reportagem do “Jornal da Tarde” de 14 de agosto de 1974.

Os produtores sugeriram que um único conjunto o acompanhasse.  E  após alguns ensaios, Dizzy acabou se entrosando com o Trio Mocotó, formado por Nereu Gargalo, João Parayba e Fritz Escovão.

Além do trio, estavam lá no estúdio Branca de Neve (surdo), Teo (cuíca), Rubetão, Jair e Carlinhos (pandeiros).

A banda de Dizzy incluía Mickey Roker (bateria), Al Gafa (guitarra) e Earl May (contrabaixo). Havia também Mary Stallings, uma cantora de São Francisco, muito influenciada por Carmen McRae, que Dizzy trouxe em sua comitiva anunciando como uma das prováveis sucessoras de Ella Fitzgerald.

“Dizzy chegou depois do almoço, por volta das 3 da tarde, e deu um chá de cadeira em todo mundo. Ficou uma hora fazendo meditação, deitado no chão do estúdio”, conta o percussionista João Parahyba.

Dizzy no Estúdio Eldorado

Durante 8 horas, no Estúdio Eldorado em São Paulo, Dizzy gravou com o Trio Mocotó. O plano era lançar o disco em janeiro do ano seguinte.

O resultado daquela sessão não ficou conhecido. Dizzy foi embora levando a master do disco debaixo do braço, porém nunca o lançou. Chegou a fazer discos híbridos de jazz e música brasileira, mas não se teve mais notícia daquela master. Até 2008, quando então a famigerada master de “sambabop” chegou às mãos do produtor Suíço Jacques Muyal, trazendo na capa feita à mão apenas uma foto do trompetista e a frase “Com o Trio Mocotó”. Muyal saiu em campo e, aos poucos, com a ajuda de, entre outros, o percussionista Parahyba (do Mocotó) e o jornalista Jotabê Medeiros,  identificou músicos, repertório, autores e estúdio para poder trazer à tona esse disco, lançado pelo selo Groovin’ High Records, e, no Brasil, pela Biscoito Fino.

Dizzy Gillespie – 1975 / FOTO © Paul Slaughter

“Entre os brasileiros, reencontrei a sonoridade ideal porque, para mim, música boa é aquela que, de um modo ou de outro, tem cor negra”, afirmou certa vez Dizzy 

Dizzy Gillespie

Ao lado de Charlie Parker, Lester Young, Thelonious Monk e Miles Davis, Dizzy Gillespie implantou uma das mais revolucionárias mudanças na face da música do século 20, criando o bebop. Deixou canções imortais do jazz, como “A Night in Tunisia” e “Salt Peanuts”. Filho de um pedreiro da Carolina do Sul, começou na música substituindo Roy Eldridge na orquestra de Ted Hill. Veio oito vezes ao Brasil, a última em 1991, quando tocou no extinto Free Jazz Festival com sua banda multiétnica United Nation Orchestra.

Sempre foi fascinado pela música brasileira. Na Europa, em shows na França em 1958 e 1962, tocou temas da bossa nova, como “Chega de Saudade”, “Manhã de Carnaval” e “Samba de Uma Nota Só”. Nos anos 60, aproximou-se da música cubana e projetou nomes como Paquito D’Rivera, Giovanni Hidalgo e Arturo Sandoval. Gravou mais de 100 discos e, ao morrer, aos 75 anos, no Englewood Hospital de Nova York, tinha câncer no pâncreas. Dizem que morreu dormindo, com uma de suas músicas, Dizzy’s Nine, tocando num gravador ligado.

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Em NY aprendi uma frase que exprime uma excelente idéia,  de lá em diante uso muito por que é simples, objetiva, direta e perfeita “Up2U” (UP TO YOU), que traduzindo para um contexto brasileiro, se resume em algo mais ou menos assim “agora é com você” “em suas mãos” “só depende de você”…
Resumindo, toda vez que vou desenhar lembro desta frase, e esse vídeo expressa muito bem o meu ponto de vista, que quando pegamos um lápis e um papel, para desenhar, escrever ou rabiscar é somentente com você e você, então “up 2 you “!

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vito!

 

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Evento bem interessante, apesar de hoje já ser o terceiro dia, ainda dá tempo de aproveitar a dica……..

A crítica está sustentada por três elementos: a análise, a interpretação e o julgamento, e mesmo que tais objetos facilitem a construção dos argumentos, a formulação de uma boa crítica é mais complexa do que parece. Com o intuito de debater sobre a linha de pensamento analítico-opinativa, o Centro Universitário Maria Antonia promove essa semana de debates abertos ao público.

 

Críticos, historiadores, jornalistas e pesquisadores de áreas diversas discutem, de 21 a 25 de novembro no Maria Antonia, a atualidade da crítica no cenário das artes e da cultura, na série de encontros Atualidade da crítica: entre a síntese e a complexidade.

A entrada é gratuita !!!

As atividades foram organizadas em duas sessões diárias:  as tardes destinadas à apresentação de trabalhos de jovens críticos e pesquisadores, ligados ou não à universidade, e o período noturno, dedicado a conferências. Todos os encontros visam discutir sobre temáticas que vão desde a crítica no Brasil contemporâneo e o intelectual público e artes até a especialização e visão de síntese

Discutindo temas como a crítica no Brasil contemporâneo, o intelectual público e artes, especialização e visão de síntese, as atividades dos encontros organizam-se em duas sessões diárias: as tardes destinadas à apresentação de trabalhos de jovens críticos e pesquisadores, ligados ou não à universidade, e o período noturno, dedicado a conferências.

Resultado de um trabalho desenvolvido desde 2010 por um grupo de professores, críticos e artistas, as mesas e conferências dos encontros Atualidade da crítica pretendem contribuir para um diagnóstico das práticas da crítica no cenário das artes e da cultura, examinando o papel da universidade na formação de novas gerações de críticos e o impacto, nessa formação, da profunda ruptura no campo das disciplinas tradicionais. Em face de uma realidade cultural orientada à crescente profissionalização, e com notável autonomia para reconfigurar as formas convencionais da produção de conhecimento, e a complexidade geopolítica e da dimensão econômica com que se apresenta a questão da cultura hoje, os encontros têm como foco sentido público da crítica diante da ação da universidade.

PROGRAMAÇÃO

21/11, segunda-feira
19h30
Crítica e atualidade – abertura dos encontros
com Maria Arminda do Nascimento Arruda (Pró-Reitora de Cultura e Extensão Universitária da USP), Moacyr Novaes (FFLCH / Maria Antonia-USP), Adriano Schwartz (EACH / Maria Antonia-USP) e Sônia Salzstein (ECA-USP)
22/11, terça-feira
16h
Mário Pedrosa e o grupo neoconcreto – Flávio Moura
O modelo de crítica de arte da modernidade e as práticas atuais da escrita – Thaís Rivitti
Radicalismos à brasileira: João Gilberto e Chico Buarque – Walter Garcia
• mediação: Guilherme Wisnik

19h30
A crítica no Brasil contemporâneo
com Wander Melo Miranda e Rodrigo Naves
• mediação: Fernando de Barros e Silva

23/11, quarta-feira
16h
Jac Leirner: repetição e quantidade – Carlos Eduardo Riccioppo
Sobre o papel (histórico) da crítica – Cristian Borges
Transições canceladas: teatro de grupo ou a política dos grupos – José Fernando de Azevedo
Eduardo Coutinho e os sentidos da crítica – Raquel Imanishi
• mediação: Heloísa Espada

19h30
O intelectual público e as artes
com Sophia da Silva Telles e Tales Ab’Saber
• mediação: Eugênio Bucci

24/11, quinta-feira
16h
Entre destruição e reconstrução – Eduardo Sterzi
Eduardo Frota, Nuno Ramos: modos de uso da palavra – Manoel Ricardo de Lima
O texto em delay – Rafael Vogt Maia Rosa
Transformação, arte e imagens – Tiago Mesquita
• mediação: Cauê Alves

19h30
Especialização e visão de síntese
com Alcir Pécora e João Cezar de Castro Rocha
• mediação: Joaquim Toledo Jr.

25/11, sexta-feira
16h
Transformações da crítica diante da cibercinefilia – Ângela Prysthon
Crítica: desvios e deslocamentos – Beth Néspoli
A crítica de arquitetura e da cidade contemporâneas – Pedro Arantes
A crítica musical entre o consumidor de cultura e os dilemas da performance – Sidney Molina
• mediação: José Augusto Ribeiro

18h30
Balanço e perspectivas

Local
Centro Universitário Maria Antonia  – Rua Maria Antonia, 258 e 294- Vila Buarque
3° andar – salão nobre

Informações
11 3123 5201

 

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