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Archive for dezembro \22\-03:00 2011

I’m Here é um curta-metragem escrito e dirigido por Spike Jonze em um projeto com a Absolut Vodka.
O roteiro conta a história de amor entre dois robôs, num mundo em que humanos e máquinas convivem em harmonia – ou quase. Nas entrelinhas, há críticas sobre a automatização e frieza das relações, o egoísmo e a banalização do amor. Tudo isso de forma bem sutil, tocando o coração e não exatamente a razão.
I’m Here é visualmente uma pérola, e o argumento é apaixonante com personagens principais expressivamente puros e que nos comovem. Não só o argumento, mas também as luzes, os efeitos, a cenografia, os enquadramentos, a linguagem, a fotografia, a trilha…..
Este é um filme de chorar, ou se não quiser, faz-se necessário segurar o coração com as gentilezas do protagonista, as falas bem exploradas e a delicadeza de uma linda história de amor. Filmes como este servem para nos lembrar de coisas importantes que a gente acaba esquecendo ou perdendo no meio dessa vida cheia de atribulações. Ah o amor !!! Sem amor eu nada seria …..
   
Spike Jonze começou sua carreira dirigindo clipes de bandas como Beastie Boys, R.E.M., Daft Punk e Björk. Mas foi no final dos anos 90 que começou a ganhar visibilidade, principalmente pelas 7 indicações que seu filme Quero Ser John Malkovich teve ao Oscar e ao Globo de Ouro. Desde então, Spike Jonze acumula em seu currículo grandes produções para o cinema, curtas (entre eles, vídeos sobre skateboard), mais de 50 vídeoclipes, muitas campanhas publicitárias e a produção da série de televisão da MTV “Jackass”.
 
 
 
Título Original: “I’m Here” (EUA, 2010)
Realização: Spike Jonze
Argumento: Spike Jonze
Intérpretes: Andrew Garfield, Sienna Guillory
Fotografia: Adam Kimmel
Música: Sam Spiegel
Género: Curta, Drama, Romance
Duração: 29 min.
Sítio Oficial: http://www.imheremovie.com
 
Segue os links do Youtube com legendas……..não esqueça de apertar o botão cc para a legenda aparecer….
 

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Sempre quando chega o final do ano, recebo mensagens onde as pessoas dizem que o final do ano é o tempo de fazermos um balanço de nosso ano. Avaliarmos nossas tristezas, felicidades, fracassos, amores…….

Por isso fiz este calendário, onde pode-se fazer uma anotação simples e objetiva do resumo de seu dia, durante todo o ano de 2012

As opções são:

 

Quando chegar o final do ano, este balanço será muito mais simples de se fazer…..

Como funciona:

Cada cor se refere a um mês de 2012 e as cores mais escuras de cada mês são os finais de semana.

Há 366 bolinhas, afinal 2012 é um ano bissexto.

Quando chegar no dia 01/01/2013, só de bater o olho poderá identificar o seu balanço de 2012

Espero que o meu esteja repleto de amor! Ah o amor …………….

No link abaixo pode-se fazer o download do arquivo em alta resolução, e aí é só imprimir……..

Mas caso queiram recebê-lo impresso no conforto de seu lar, é só enviar um email para ggiamoniano@gmail.com fazendo a solicitação. Neste caso será cobrado um valor de R$ 10,00 + frete.

Calendário Tá em Choque? 2012

Baixar aqui

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Oficina de crítica literária

Com Frederico Barbosa

Frederico Barbosa - Diretor da Casa das Rosas

Quando: Terça, quarta e quinta-feira, 13, 14 e 15 de dezembro, 19h30.

Onde: Casa das Rosas – Av. Paulista, 37

A grande questão discutida nesta oficina é o que caracteriza a postura crítica diante de uma obra de arte. Trabalhando as diferentes formas de abordagem possíveis à produção artística, sintetizadas em paráfrase, comentário, interpretação e análise,os participantes serão levados a ler detalhadamente a própria crítica e produzir textos a partir da leitura de obras que lhes serão apresentadas.

Casa das Rosas

Novidade na Casa das Rosas

A partir de dezembro, os cursos e oficinas oferecidos na Casa das Rosas serão gratuitos. As inscrições já estão abertas! 

Para participar dessa e das outras oficinas – que disponibilizam, cada uma, 30 vagas, e garantem certificado digital para aqueles que frequentarem 70% das aulas –, os interessados devem se inscrever na recepção da Casa das Rosas. Uma foto 3×4, xerox do RG e xerox do comprovante de residência são os documentos necessários.

Confira a programação

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Programa 10.000 Women

A Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP) e o IE Business School, renomada escola espanhola de gestão, estão desenvolvendo o projeto 10.000 Women, patrocinado pelo banco de investimentos Goldman Sachs. O programa oferecerá capacitação a dez mil mulheres ao longo de cinco anos em todo o mundo. No Brasil, mil mulheres poderão participar.

Durante as aulas, serão repassadas lições de empreendedorismo e serviços de apoio para que as participantes alavanquem seus negócios.  A capacitação tem duração de 3 meses e acontecerá às sexta-feiras e sábados, das 9h às 18h, na FGV Nove de Julho – avenida Nove de Julho, 2.029, Bela Vista.

O processo de seleção é feito pela própria FGV e o curso é gratuito para todas as aprovadas.

As aulas serão ministradas nas sextas e sábados, ao longo de 3 meses ou 12 semanas, das 9:00 às 18:00.

Início das aulas: 02 de fevereiro de 2012
Término das aulas: 12 de maio de 2012

As inscrições podem ser feitas até 14 de dezembro pelo site

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Essa semana eu me dediquei a só ouvir cds de Gal Costa.

Gal representou a juventude dos anos 60, 70 no Brasil. Mulher linda, libertária, dando seu recado com pés descalços, muita voz e atitude. Fez espetáculos antológicos, gravou discos que representavam sua geração na arte e no comportamento com capa de Hélio Oiticica, poemas de Torquato Neto, Waly Salomão e Capinam, músicas novas de Caetano, Gil, Melodia, Jorge Ben, João Donato. Sua voz foi responsável por grandes sucessos na carreira desses autores e outros mais. Fez o Brasil cantar Caymmi e Ary Barroso, deu novos ares pra Chico Buarque e Tom Jobim. Gal é considerada uma das maiores cantoras do Brasil.

O poeta Torquato Neto em sua Geléia Geral escreveu em 1971:

“Disse e repito: Gal é a maior cantora. E garanto.
E você, bobão tropicalista, não venha me falar em épocas: todo mundo sabe que existem cantoras maiores em cada “época”, para todas as “épocas”, e que Aracy é a maior cantora e que Angela e Dalva também são as maiores e que Elizeth ainda é a maior cantora. Mas se você quer saber mesmo da maior cantora, a que sintetiza melhor e mais profundamente todas as “épocas” aqui, a mais quente, perfeita e livre e eu lhe digo, bobão: Gal.”

Neste site de Ana de Oliveira, há um texto interessante sobre Gal.

Inclusive eu já havia citado este site em um outro post, sobre um livro do Tropicalismo

Essa semana chegou às lojas o novo cd, composto por Caetano Veloso e interpretado por Gal chamado “Recanto”.

Recanto

Este álbum é marcado pela  união da voz doce e cristalina de Gal com a música eletrônica.

O idéia surgiu quando Caetano viu um show de Gal em Lisboa. A idéia de fazer um disco de música eletrônica já existia e ao ver o show teve a certeza de que era a voz de Gal seria parte integrante deste projeto.

Moreno, filho de Caetano, foi o responsável por produzir o disco, e Kassin de produzir as bases eletrônicas.

Para gravação do CD foi feito numa espécie de ponte-áerea digital Salvador-Rio de Janeiro. Caetano e Kassin trabalhavam nas bases no Rio de Janeiro e enviavam o trabalho para Gal e Moreno terminarem em Salvador, onde os dois moram.

Recanto traz estampado na capa o rosto de Gal, mas é impossível ouvir o disco sem tomá-lo como uma obra de Caetano. Foi ele o mentor da idéia, o compositor de todas as canções, além de ter acompanhado todo o processo de arranjos e produção.

No site da Gal, tem um texto “Pegada Eletrônica com Baianidade” de Ailton Magioli. Vale a pena ler……

E pra finalizar, achei um video de 1970 bem legal no Youtube onde Tom Zé faz um depoimento/ declaração de amor à Gal. Nem parece que é o Tom Zé…..

Link para baixar Recanto

 

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Data: 10 de dezembro de 2011

Horário: 9h às 17h30

Local: Faculdade Cásper Líbero – Sala Aloisio Biondi – 5º Andar

Público:  Professores, alunos (Graduação e Pós-Graduação), ex-alunos da Faculdade Cásper Líbero e público externo.

No dia 10 de dezembro, a Faculdade Cásper Líbero realiza o encontro acadêmico Interfaces da Comunicação, Cultura e Educação – Um panorama para (re)pensar a atualidade. O  evento marca o lançamento do quarto livro de textos acadêmicos organizados pela Profª. Drª. Liana Gottlieb, de uma série que já se tornou referência no mundo acadêmico. Segundo a diretora da Faculdade, Tereza Vitali, o livro traz “reflexões que brindarão os leitores com o que há de melhor no pensamento crítico gerado em âmbito acadêmico no País”.

Para consultar a agenda do evento, no dia 10/12, clique aqui.

O evento também contará com uma confraternização aberta ao público, realizada no dia 11 de dezembro, no Restaurante e Bar Temático Paradiso, das 17h às 22h.

Para consultar a programação do dia 11/12, clique aqui.

INSCRIÇÕES
Validas somente para o dia 10/12

Alunos:
Para se inscrever envie um e-mail para eventos@casperlibero.edu.br com seu nome, R.A., telefone, indique seu curso e aguarde a confirmação de inscrição.

Professores:
Para se inscrever envie um e-mail para eventos@casperlibero.edu.br com seu nome, e RG. Feito isto, aguarde a confirmação de inscrição.

Ex-Alunos:
Para se inscrever envie um e-mail para eventos@casperlibero.edu.br com seu nome, R.A., telefone. Feito isto, aguarde a confirmação de inscrição.

Público externo:
Para se inscrever envie um e-mail para eventos@casperlibero.edu.br com seu nome, RG, telefone, e instituição que representa. Feito isto, aguarde a confirmação de inscrição.

 
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No dia 13 de dezembro, às 19h30, o Maria Antonia da USP recebe Alexandre Orion para a palestra Intervenções Urbanas e o Espaço Público da série Design gráfico hoje: depoimentos e temas correlatos.

Alexandre Orion apresenta imagens de sua trajetória na intervenção urbana, passando por suas pesquisas e desdobramentos em diferentes mídias que colocam sua produção no patamar de arte-fato – da arte como fato e não como premissa. Fala da arte como acontecimento ou como gatilho para outros acontecimentos, de seu interesse processual na relação com o cotidiano, com a cidade e seus significados, e de questões sócio-políticas na ocupação do espaço público-coletivo.

Design gráfico hoje: depoimentos e temas correlatos

As palestras mensais da série Design gráfico hoje: depoimentos e temas correlatos são voltadas para o entendimento da inserção do Design Gráfico no mundo atual, como profissão, como projeto ético, como possibilidade educacional, como visão de um futuro viável para todos, entre outros aspectos.

Colaboram para essa proposta não só designers com suas experiências e depoimentos, mas também, filósofos, psicólogos, sociólogos etc., na busca de uma compreensão mais ampla da sociedade cultural, tecnológica e economicamente globalizada em que vivemos.

Questões como a hipertrofia da visualidade e o fascínio das imagens técnicas, o hiperconsumo e o descarte massivo, a espetacularização do mundo, o hedonismo e a solidão de uma “vida líquida” em constante e entrópica mutação atingem e podem propor novas significações para o termo design e a tarefa do designer.

Concebido inicialmente para subsidiar e ampliar o foco do curso de especialização em design gráfico Design e Humanidade, esse conjunto de palestras propõe-se a ultrapassar tais limites, de maneira a garantir-lhe uma autonomia e coerência próprias.

Sendo assim, acredita-se que são eventos de interesse para o público em geral, uma vez que o design, em especial o design gráfico, hoje, é um elemento crucial para a compreensão e constituição do mundo contemporâneo.

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Reciclagem cultural nada mais é do que se apropriar de arte, objetos, fatos, fotos, telas, desenhos, idéias, enfim de qualquer trabalho já existente para criação de novos objetos de arte.

A tecnologia com a conversão de sinais analógicos em digitais (scanners, maquinas fotográficas e filmadoras digitais, computadores, sampler, etc.), vem possibilitando a (re) utilização de produtos de mídia como matéria-prima criativa. Isso é um fato da contemporaneidade. Mas até que ponto isso é criativo, legal, necessário, útil? Há tanto o que pensar sobre esse assunto……………

As diversas práticas dessa reciclagem artística digital vem modificando a criação e a recepção artística-comunicacional-social contemporâneas. Essas relações entre as tecnologias e a cultura emergente, criadas a partir da convergência da informação na década de 70, vem diminuindo ou aumentando a essência do artista contemporanêo? Hoje em dia temos mais artistas ou mais recicladores??? Reciclar artisticamente é fazer arte???

A tecnologia tem criado o que alguns já chamam de mídia do cidadão (citizen media) onde cada usuário (e não especificamente artista) é estimulado a produzir, distribuir e reciclar conteúdos digitais, sejam eles textos literários, protestos poéticos, matérias jornalísticas, emissões sonoras, filmes caseiros, fotos ou música.

Aparelhos de produção como câmeras digitais de fotografia e filmagem também estão cada vez mais baratos além de encontrarem-se acoplados ao celular. Essa facilidade de acesso aos instrumentos possibilita uma ampliação da produção individual de conteúdos e uma necessidade natural de publicá-los. Amplia também o número de artistas sem estudo, sem academia. Mas será mesmo necessário academia, estudo e pesquisa para se destacar dessa multidão de fazedores de arte? Ou somente a criatividade basta para destacá-los?

A apropriação sempre ocorreu, mas hoje com as facilidades da tecnologia, esse fenômeno faz parte da nova geração. E, penso eu que a apropriação de antes era utilizada como forma de up-grade da informação e hoje como forma de facilidade da criação.

A invenção de técnicas de reprodução em massa criou uma cultura do excesso, em que não importa mais o que é original e o que é cópia. Importam os 15 minutos de fama, os ícones produzidos e reproduzidos freneticamente para atender à demanda criada pela dinâmica do consumo. A era de hoje pode ser considerada como Era do Exibicionismo, como já discutrem alguns escritores…..

Não basta ser bom, tem que ser conhecido na rede, na net, no face…………A criatividade de hoje pode ser medida nos coments do face, do flickr, carbonmade e afins. Mais do que nunca, a divulgação é a alma do négocio. A arte está deixando de ser criada de dentro para fora, primeiro averigua-se o que está por fora e depois há uma adequação da criação para o receptor. A arte deve se adequar ao meio, ou o artista deve mexer com o meio e deslocá-lo????

 A tecnologia digital criou uma cultura das interfaces, assim como a imprensa criou uma cultura verbal, a fotografia uma cultura visual, o cinema uma cultura audiovisual e as mídias eletro-eletrônicas (radio, vídeo, TV) criaram uma cultura do tempo real e do consumo. Essa cultura da interface estimula à mistura, a fusão, e a convergência.

Isso é bom ou ruim??? Pra quem? A arte e a criação artística se perderam em algum lugar ou apenas se modificaram???

Estou preocupada a toa? Os artistas estão em extinção???? Sou antiquada e não me adptei ao meio??? O que está acontecendo com a criação artística? Com o fazer artístico?

O “nada se cria tudo se copia” é realmente verdade??? Não queria acreditar nisso, mas ultimamente estou quase convencida……

Preciso de arte………

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ilustração de marcita para o stand da Kalimo

Tentarei escrever toda semana o “Tô em choque com tanto talento!”, comentando sobre pessoas que conheço que deveriam ser conhecidas por todos! Começarei com uma pessoa que conheci a alguns anos num curso de Ilustração do IED, a Marcita, como me foi apresentada. Chegou lá com seu sorrisão na cara, seu jeitinho paulista, sua tatoo de coração, dizendo que só sabia desenhar homem-palito! Grande mentira, pq pude ver seu talento logo nas primeiras ilustrações e amei. A partir daí venho acompanhando seu trabalho que é cheio de cores, com um traço único tremidinho algumas vezes e tudo muito divertido. Como freelancer ou ministrando nas oficinas do Sesc espero que Marcita continue deixando sua marca por aí afora e que todos possam ver. Segue um pouquinho mais de Marcita abaixo e se vcs acham q ela aprendeu tudo isso no curso…. não! O talento já existia muito antes!

Tá em choque: Vc se lembra qdo começou a desenhar?
Marcita: Eu desenho desde pequena, como qualquer outra criança. Lembro de ter tido interesse em aprender proporção humana fazendo um curso de mangá. Aí eu pegava alguns rentais leves, de amigos, e redesenhava vestidas, ia inventando as roupas… Sempre fiz desenho livre. Nunca tive saco pra curso… e não considero que eu saiba desenhar…

TEC: Qual foi seu primeiro desenho?
Marcita:
Puxa, eu fazia pequenos desenhos para ilustrar os flyers dos fanzines que eu fazia na adolescência. Lembro de brincar de desenhar. Eu chamava de brincar… E lembro quando eu achei que tivesse inventado uma técnica de textura. Eu era pequena e pintei em uma folha por cima do pano de prato da minha mãe. Ganhou textura e eu achei o máximo, que tinha inventado!

TEC: Prefere motion ou estático?
Marcita:
Eu gosto dos dois. O estático me faz pensar em movimento, como não gostar disso?

TEC: Um trabalho que amou fazer…
Marcita:
Puxa, acho que todo trabalho que publico no meu portfólio eu gosto exatamente por causa do processo de liberdade de criação. Eu gosto da liberdade, do frio da barriga que dá pensar se aquilo é belo, se diz algo… Eu gosto de trabalhos coloridos, que tenham imperfeições. Tanto dos meus quanto a dos que vejo como referência.

TEC: Um que odiou…
Marcita:
Os trabalhos quadrados, que eu preciso usar gradiente. Eu confesso, eu o-d-e-i-o usar gradiente. Gosto muito de 2D, quando preciso iluminar algo, morro.

TEC: Um trabalho q queria ter feito…
Marcita:
Caramba, vários! Sou uma invejosa de vários talentos! Eu queria ter feito os trabalhos do Michel Gondry, por exemplo. Piro no trabalho da ilustradora Linn Olofsdotter. Sou fã confessa do Bosch… Ou seja, é muita gente talentosa que eu queria um pouquinho de tudo hehe

TEC: Uma música pra desenhar…
Marcita:
Instrumental, com certeza. The Album Leaf e American Analog Set são boas pedidas nesse quesito ♥

TEC: Suas inspirações…
Marcita:
Vem de todos os lados: da música, do underground, das leituras diárias, dos artistas que eu gosto, do estado de espírito…

TEC: Um lugar em Sampa…
Marcita:
Uhhh… A Paulista anoitecendo, o centro de São Paulo em um dia frio com garoa…

TEC: Um lugar fora de Sampa.
Marcita:
A Bahia! ♥♥♥ Particularmente, a Chapada Diamantina.

TEC: Uma expo inesquecível.
Marcita:
Os Gêmeos na Faap. Foi a exposição mais linda que eu já vi. Não havia um pedacinho sequer, centímetros, que eles não tivessem ocupado. Interativa… Gente, eu tive vontade de dormir lá dentro.

TEC: Um sonho a longo prazo?
Marcita:
São muitos, todos pipocando, querendo ser já, mas eu sei que são a longo prazo. Com certeza é continuar aprendendo cada vez mais e viajar, sempre que houver tempo e dindim.

TEC: Uma pessoa que admira.
Marcita:
Michel Gondry e Wong Kar Wai. Um pela criatividade, outro pela sensibilidade. Sendo que os dois tem tudo isso aí e um pouco mais.

TEC: No que está trabalhando agora.
Marcita:
Geralmente eu estou sempre fazendo algo. Estou no período entressafra, digamos assim.

TEC: O que fará no tempo livre?
Marcita:
Procuro estar com os amigos, indo a cinema, exposições, teatro… ao boteco jogar conversa fora. Eu leio, procrastino na internet. Aliás, meu nome é Márcia, podem me chamar de Marcita. Meu sobrenome? Procrastinação, tsc-tsc

TEC: Qual sua próxima viagem?
Marcita:
Tá chegando o ano novo, e como em todo ano novo, criei uma tradição pessoal, é passar a noite de reveillon em qualquer cidadezinha interiorana próximas a cachoeiras : )  Clau, obrigada pela entrevista divertida. Desculpa, mais uma vez a demora. Espero que o blog bombe pq a ideia é muito, muito, muito bacana. Eu acho o máximo. É como um fanzine online sobre ilustração. Demais!
Beijocas estaladas!!!

TEC: Tb me desculpe a demora! Nós que agradecemos que pudemos ilustrar o blog com seu talento! Estará aqui sempre que tiver novidades, no caso, sempre!
Mais sobre Marcita aqui.

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CLAU!

Primeira ilustração que vi da Marcita

Isso que ela faz no tempo livre! 😉

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Aproveite a programação Cine Cult da Rede Cinemark!

Serão cinco filmes que poderão ser assistidos pagando R$10 (inteira) e R$5 (meia), entre os dias 2 e 8 de dezembro, em São Paulo.

Os filmes serão exibidos em diferentes salas da rede Cinemark. Os horários não são os melhores, mas mesmo assim, fica a dica……

Segue programação das salas com os horários das exibições:

“Acompanha alguns dias da vida de três pessoas. Everlyn é uma transexual que vive entre a prostituição e os cursos de sexualidade que ministra como professora, enquanto que Murari é um devoto da religião Hare Krishna e líder de torcida organizada do Atlético Mineiro. Já Lwei é um africano descendente de portugueses que escreve vários livros ao mesmo tempo, sem nunca conseguir terminá-los.”

Título original: (O Céu Sobre os Ombros)

Lançamento: 2011 (Brasil)

Direção: Sérgio Borges

Atores: Everlyn Barbin, Edjucu Moio, Murari Krishna, Grace Passô.

Duração: 72 min

Gênero: Drama

“Década de 90. Um grupo de oito monges franceses vive em um mosteiro localizado no alto de uma montanha na Argélia. Liderados por Christian (Lambert Wilson), eles vivem em perfeita harmonia com a comunidade muçulmana local. O exército oferece proteção contra as ameaças que surgem, mas os monges a recusam. Preferem levar sua vida de forma simples, dando continuidade à sua missão independente do que vier a acontecer com eles.”

Título original: (Des Hommes et des Dieux)

Lançamento: 2010 (França)

Direção: Xavier Beauvois

Atores: Lambert Wilson, Michael Lonsdale, Olivier Rabourdin, Philippe Laudenbach

Duração: 122 min

Gênero: Drama

“Esses Amores” conta a história de Ilva: nascida na primeira metade do século XX. Uma mulher moderna, a frente de seu tempo que vive intensamente sua paixões sem deixar que as regras sociais ou as dificuldades a impeçam de sonhar. Ilva é romântica heroína que encarna toda coragem e as contradições de uma mulher livre.

Um filme de Claude Lelouche, com a atriz Audrey Dana, com quem já havia trabalhado em “Crimes de Autor” (2007)

Título original: Ces amours-là
França, 2010, Drama.
Direção: Claude Lelouch
Elenco: Audrey Dana, Dominique Pinon, Samuel Labarthe.
Duração: 120 min

 “Marcos (Rodrigo Santoro) vive na Itália e retorna ao Brasil após a repentina morte do pai (Paulo José). Já no país, ele reencontra o irmão Tiago (Cauã Reymond) e descobre que tem uma meia irmã (Débora Falabella), portadora de problemas mentais. Ao mesmo tempo em que precisam lidar com o luto, Marcos e Tiago precisam conviver com as diferenças existentes entre eles e se acostumar com a nova irmã.”

Título original: (Meu País)

Lançamento: 2011 (Brasil)

Direção: André Ristum

Atores: Rodrigo Santoro, Cauã Reymond, Débora Falabella, Paulo José

Duração: 90 min

Gênero: Drama

 

” Numa manhã de primavera, Emilie recebe uma linda carta de amor anônima. Sua primeira reação é jogá-la no lixo. Mas ela vislumbra uma forma de salvar sua mãe, uma mulher triste e isolada desde a partida de seu marido. Sem pensar muito, ela envia a carta para a mãe, sem saber que o autor é Jean, seu tímido empregado. Emilie não imagina que seu gesto desencadeará uma série de desentendimentos, criando situações fora de controle.”

Título Original: De Vrais Mensonges

Gênero: Comédia, Romance

Diretor: Pierre Salvador

Produção: França

Distribuição: Vinny Filmes

Classificação Indicativa: 10 anos

Duração: 104 min.

Elenco: Audrey Tautou, Nathalie Baye, Sami Bouajila, Stéphanie Lagarde

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