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Archive for abril \30\UTC 2012

Escrevi um ensaio sobre o Poder de Imersão do Facebook, para entender o porquê de as pessoas ficarem tão dependentes e aficcionadas por essa rede. Para escrever este ensaio, mergulhei em um autor chamado “Nicholas Carr” que escreveu o livro “Geração Superficial” e “Janet Murray” que escreveu “Hamlet no Holodeck“. Além de me aprofundar um pouco no tema da Dependencia em Internet, e em alguns artigos do psiquiatra Daniel Spritzer.

Segue um trecho do artigo, caso queira o texto na íntegra, baixe aqui

O intuito deste ensaio é analisar o poder de imersão tão elevado que o Facebook possui, capaz de produzir praticamente uma dependência dessa rede.

O Facebook tem o poder de deixar os usuários num transe imersivo, tal como quando um contador de histórias capta nossa atenção e faz com que fiquemos profundamente absortos, neste estado liminar, cheio de sensações e emoções reais causadas por objetos “imaginários”.

A cada post inserido no mural surgem níveis de ansiedade mais ou menos elevados, relacionados com a necessidade de obter feedback dos amigos, tal como acontece noutras formas de dependências. Os likes e os comentários positivos podem acarretar picos de bem-estar que são transitórios e viciantes enquanto a ausência de reações e comentários negativos podem trazer um vazio muito semelhante ao vazio da ausência do vicio.

Entra-se nessas redes sociais virtuais como um ritual, com o interesse e a curiosidade pela vida dos outros. Da mesma forma que esse interesse é alimentado quando é postado qualquer fato da vida pessoal. Essas mídias sociais oferecem um tipo de Bigbrother, porém muito mais instigante, pois os usuários não são apenas espectadores, são protagonistas, antagonistas e coadjuvantes da própria história e das dos outros.

 

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Art Web

Já havia ouvido falar algumas vezes em web art, mas nunca me interessei em saber exatamente do que se tratava nem tampouco dar um mergulho neste assunto, até que chegou o momento…

Uma página de jodi.com

Com alguns sites indicados, e sem alternativa, superficialmente passei por eles. De todos que passei, dois me chamaram a atenção a ponto de eu pesquisar um tanto mais sobre web art. Os sites que me chamaram a atenção foram Jodi.org (tem também um blog) e Art Prostitute (dentro deste site, tomei conhecimento da Demoscene)

Com criações que até então eu desconhecia, um mundo novo se abriu a minha frente. “Nossa, que site louco!” Pensei no momento em que abri a página do Jodi.com e quando assisti o documentário Moleman 2 dentro do site Art Prostitute percebi que acontece tanta coisa no mundo que nem damos conta. A tecnologia intensifica essa evolução tão natural em nossa espécie.

Com tudo isso fico cada vez mais com a dúvida de o que procurar, onde se aprofundar, qual tipo de informação buscar…..

Ouvi uma estatística há pouco tempo atrás que diz o seguinte: se fossemos assistir ao conteúdo que é inserido diariamente no Youtube, levaríamos 6 dias.

Então, como absorver toda informação criada e espalhada pelo mundo através da rede e através das pessoas? Esta pós-graduação está me mostrando muitas coisas novas que servem para o meu mundo. Algumas coisas tem mais a ver com os meus interesses então me aprofundo, enquanto outras tenho que deixar passar.

Mas foi muito interessante saber desse tipo de arte e desse tipo de comunicação que só pode acontecer em redes de computadores. Como meu conhecimento por este tipo de arte é raso, acredito que minha leitura ficou somente no nível estético. Alguns dados me assustaram e me deixaram com uma dúvida, será que estou alienada? Afinal a 24ª Bienal Internacional de São Paulo, que ocorreu em 1998 (14 anos atrás) foi a primeira a incorporar oficialmente trabalhos de web art. Enquanto que o coletivo Jodi começou a criar obras de arte originais para a world wide web em 1990. E a demoscene então, que nos anos 90 já contava com revistas eletrônicas que organizavam votações entre o público para listas de melhores artistas, músicos e programadores.

Com todo esse mar de art web que tenho guardado em um arquivo de links, deverei em algum momento parar para mergulhar bem fundo, praticando uma apinéia artística. Por enquanto, saber que tudo isso existe já é o bastante para criar mais uma gavetinha de informações no meu universo de conhecimento.

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Lugi Zoja aborda o fenômenos da adicção por um viés junguiano. Zoja considera a dependência de drogas como um resultado da tentativa de re-ritualização, de vivenciar aspectos arquetípicos da iniciação que foram reprimidos pela cultura ocidental moderna. Vai abordar essa temática observando de que forma os modernos, em diferença com os primitivos, lidam com o consumo de substâncias psicoativas. Enquanto o consumo em sociedade originais é estruturado através de ritos o consumo contemporâneo normalmente está ligado a um pseudo-rito moderno, isto é, o consumismo e sua conseqüente dependência. Essa abordagem passa, portanto, por uma tentativa de integrar um viés arquetípico, um viés psicológico e um viés sociológico.

O argumento de Zoja é que, mediante o desaparecimento de rituais institucionalizados (rituais religiosos), o homem moderno ficou sem uma vivência que media aspectos conscientes e inconscientes durante a vida, resultando num  “desenraizamento”. Como todos temos a necessidade de ritos, este aspecto da psique teria se tornado inconsciente e, quando reprimido e não elaborado, acaba se tornando sombrio.

O foco de Zoja é na dependência e não no consumo não dependente, ou que porventura seja benéfico ao usuário.

Pode comprar aqui

Vou utilizar este livro para fazer um artigo sobre o filme Trainspotting. Quando ficar pronto publico aqui no blog !!!

Segue trailer do filme de 1996, dirigido por Danny Boyle.

Este é o texto do início do filme:  “Escolha uma vida, escolha um emprego, escolha uma família, uma carreira, uma televisão bem grande, máquina de lavar, carros, cd player, abridor de lata elétrico… por que eu ia querer isso? Preferi não ter uma vida, preferi ter outra coisa! E os motivos? Não há motivos, pra quê motivos se você tem heroína?”

Eba! Terei muito o que escrever…….

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Este final de semana vai ter um show daqueles no Auditório Ibirapuera….

Mesmo eu “estando de mal” do Auditório, não poderia deixar de divulgar esse show….

Há pouco tempo assisti há dois shows com participação do Proveta (e ele é incrível), um com Zimbo Trio e outro era uma homenagem a João Gilberto, com Renato Braz e Edson José Alves.

E este show não quero perder, é muito bom ver e ouvir Proveta tocando seus instrumentos de sopro. Agora imagino toda essa coisa boa tocando junto com a Orquestra Jazz Sinfônica.

Com certeza sairei desse show revigorada…….deve ser uma verdadeira sessão de musicoterapia !!!

 

  • Dia:

              20 e 21 de abril

  • Horários:

    Sexta e sábado, 21h

  • Duração:

    90 min (aproximadamente)

  • Ingressos:

    R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia-entrada)

  • Classificação Indicativa:

    Livre para todos os públicos

 

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Livros

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Um dos trabalhos que preciso entregar essa semana para a pós graduação é um texto de como foi minha experiência em criar um perfil na rede social Pinterest.

Caso queiram por curiosidade conhecer o Pinterest, deem uma olhada na minha página….e se gostarem (o que duvido!) me avisem que envio o convite….

http://pinterest.com/ggiamoniano/

O Pinterest é mais uma rede social de compartilhamento de imagens. Há a possibilidade de compartilhar imagens próprias, recompartilhar de outras pessoas, além da possibilidade de comentar ou gostar das imagens.

O primeiro passo para fazer parte desta rede social, é receber um convite. Isso pode ser feito de duas maneiras: ou algum “amigo” te envia, ou pede-se ao Pinterest através do site que o enviem, o que demora cerca de 24h.

Escolhi a segunda opção e recebi o convite. Ao tentar fazer o cadastro fui surpreendida com a informação de que somente usuários cadastrados no Facebook ou no Twitter podem se cadastrar no Pinterest.

Sem outra alternativa, me decido pelo Twitter ao invés do Facebook, porém o cadastro vai demorar mais um pouquinho para ser efetivado, pois a empresa onde trabalho faz parte dos 90% das empresas que bloqueiam redes sociais. Chegando em casa, lá vou eu, muito a contra gosto me cadastrar no Twitter… Acredito que faltam-me genes da geração z, ou um tanto mais de paciência para participar desses encontros sociais fragmentados que a internet proporciona. Cadastro feito! Agora fazendo parte dessa rede social, o próximo passo será criar álbuns (ou se preferir Boards) e inserir imagens que considere relevante para alguma coisa.

Com o Pinterest feito, com senha e login em mãos, já posso cancelar o Twitter, pois pra mim não serve de nada. No entanto, não consigo cancelar, porque acessando a internet de um computador móvel não há a possibilidade de cancelamento. Ainda não tive oportunidade de cancelar o Twitter, a não ser que eu vá a alguma lan house ou utilize o computador na casa de alguém. Meu Twitter está lá somente com nome, sem rosto e sem informação, só o espírito num deserto de informações

Ao imergir ao universo do Pinterest, o desafio foi pensar quais seriam os álbuns que eu criaria, para quem seria e o que tipo de informação gostaria de passar aos meus “amigos”. Cedi ao apelo narcísico e criei álbuns com minhas indicações musicais e literárias. Assim, ao menos os “amigos” poderiam me conhecer um pouco mais, além de me mostrar uma pessoa interessante, sempre se lembrando do objetivo primordial dessas redes sociais, que é conseguir muitos “likes” e “followers”, como se fosse uma competição. Essa é uma característica das redes sociais, oferecer recompensas, por menor que seja o esforço que se faz. E neste caso, basta uma boa imagem/ foto.

Além disso, criei mais dois álbuns, um intitulado “lugares”, onde as imagens pinçadas são de lugares que no meu ponto de vista são maravilhosos e então este álbum é tal qual um álbum da lei da atração. E o outro álbum, intitulado “idéias” foi criado com o intuito de mostrar algumas criações minhas além de imagens que servem de inspirações para trabalhos futuros.

Ao criar o Pinterest, também pensei nele como uma extensão do blog que alimento com informações e impressões pessoais e profissionais. O blog tem o objetivo primeiro de ser um portfólio virtual além de um universo próprio para testes, rascunhos e esboços de minhas impressões, idéias e conhecimentos.

Provavelmente não alimentarei o Pinterest após o resultado avaliativo deste curso, pois não acredito que será de grande valia para meu trabalho. Além disso, o tempo gasto em alimentar este tipo de rede social, para mim será mais bem aproveitado de outras formas.                                

O Pinterest, a meu ver, pode ser comparado à brincadeira de criança chamada “bafo” (o objetivo do jogo é ganhar figurinhas onde cada jogador coloca uma quantidade de figurinhas formando um monte, então seguindo uma ordem, o jogador bate com a mão no monte de figurinhas. As figurinhas que virarem do avesso são recolhidas pelo participante que acabou de bater), no entanto, ao entrar no Pinterest não existe perdedor, somente acumulador e copiador de imagens. Porque aqui o jogo não se resume em ter figurinhas que ninguém tem e sim em ter figurinhas interessantes que valham um “like” ou um “repin”. E se sua coleção for incrível, então se ganha um “follower”.

Sei da importância, em se manter redes sociais ativas para garantir a visibilidade tão importante nos dias de hoje, onde a concorrência pelo lugar ao sol é enormemente competitiva. Mas caso necessite, preferirei aderir aos profissionais que são pagos para manter estas redes sociais ativas.

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