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Archive for the ‘filmes’ Category

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A Funarte está com inscrições abertas para as oficinas de produção e edição multimídia do projeto Correspondências.

A proposta da ação é produzir um documentário, elaborado coletivamente, em rede, e proporcionar, no processo, o intercâmbio de ideias e imagens entre os participantes. As inscrições para as oficinas são gratuitas e se encerram no dia 10 de março.

O tema escolhido foi a Mobilidade.

Pensando na relevância social do projeto, definiu-se o tema da mobilidade urbana como sua pauta geral. Cada uma das cinco cidades que sediarão as oficinas tem a sua própria dinâmica e as suas formas particulares de lidar com o fluxo de pessoas e veículos. Pretende-se explorar diferenças e semelhanças entre essas realidades, buscando e criando correspondências entre elas, a fim de contribuir para os debates já existentes sobre o tema. As estratégias de abordagem específicas serão definidas em conjunto com os participantes.

Quanto? A participação será gratuita.

Número de vagas – 12 por cidade

Inscrições – Garapa

 

PROGRAMA DAS OFICINAS – 28/05 A 02/06

Dia 1 – Terça-feira

Duração: 4 horas

Recepção e apresentação dos participantes; Exibição de filme; Roda de conversa sobre o filme; Apresentação e discussão do projeto.

Dia 2 – Quarta-feira

Duração: 4 horas

Exibição de filme e roda de conversa; Discussão de pautas e estratégias de abordagem; Definição de grupos de trabalho e pautas; Planejamento intra-grupos.

Dia 3 – Quinta-feira

Duração: 4 horas

Saída para captação; Download do material.

Dia 4 – Sexta-feira

Duração: 4 horas

Conversa sobre a captação; Captação adicional.

Dia 5 – Sábado

Duração: 8 horas

Download do material; Conversa sobre a captação; Edição.

Dia 6 – Domingo

Duração: 6 horas

Finalização; Exibição; Discussão dos resultados.

Mais informações aqui.

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Já está disponível para visualização o vídeo do lançamento Verão 2014 – Kalimo.

Eu fiz a pesquisa, edição e finalização do vídeo.

Espero que gostem.

Acesse o blog da Kalimo e fiquem por dentro….

verão

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Terminei hoje um artigo onde faço uma relação entre o filme Trainspotting de Danny Boyle e as idéias de ritualização e sacralização de Luigi Zoja descritas em seu livro Nascer Não Basta.

Eu gostei muito do resultado, e mais do que isso, alargou minhas percepções quanto ao uso de drogas enquanto me fez refletir sobre outras formas de ritualização sacra.

Segue a introdução do artigo e caso queiram fazer a leitura na íntegra, baixe o arquivo aqui.

Mark Rent

Trainspotting é um livro escrito por Irvine Welsh publicado em 1993, que também virou filme em 1996 e foi dirigido por Danny Boyle. O título do livro/filme se refere a uma gíria escocesa que remete a algo sem sentido, algo que é aparentemente uma perda de tempo. É uma metáfora para a alienação psicológica e o descontentamento sentido pelos personagens.

O filme focaliza um dos problemas mais sérios da sociedade escocesa que é o consumo de drogas e retrata o cotidiano de personagens que habitam o lado pobre de Edimburgo. Esses personagens, no entanto parecem querer se livrar do tédio da vida, fugir de uma realidade, escolhendo ou arrastados, em uma busca inconsciente por uma ritualização/ sacralização, porém, uma das grandes diferenças entre o mundo primitivo e o mundo moderno está justamente no desaparecimento de rituais de iniciação.

Segundo Zoja, são as religiões que, através das suas doutrinas (regras), abrem as portas para um universo oculto que está além das palavras, dos sentidos, da realidade sensível. Em todas elas encontram-se rituais de passagem ou de iniciação para orientar o desenvolvimento. São rituais de iniciação, o batismo, a confirmação, o casamento, os rituais da puberdade.

Esses rituais regem e favorecem as transformações psíquicas que acompanham o desenvolvimento humano. Sem eles, essas passagens tornam-se problemáticas, podendo resultar num grande prejuízo para a vida. Pode-se dizer que esses rituais regulam as transformações energéticas individuais e coletivas.

É através deste tema que analisarei o filme, fazendo uma relação entre o ato de consumir drogas com uma forma inconsciente de buscar a transcendência (transformação psíquica através de um ritual).

Aqui é possível assistir o filme completo….

 

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Vejam a apresentação que eu preparei para o lançamento do Alto Verão 2013 Kalimo, que aconteceu no dia 15/05.

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Lugi Zoja aborda o fenômenos da adicção por um viés junguiano. Zoja considera a dependência de drogas como um resultado da tentativa de re-ritualização, de vivenciar aspectos arquetípicos da iniciação que foram reprimidos pela cultura ocidental moderna. Vai abordar essa temática observando de que forma os modernos, em diferença com os primitivos, lidam com o consumo de substâncias psicoativas. Enquanto o consumo em sociedade originais é estruturado através de ritos o consumo contemporâneo normalmente está ligado a um pseudo-rito moderno, isto é, o consumismo e sua conseqüente dependência. Essa abordagem passa, portanto, por uma tentativa de integrar um viés arquetípico, um viés psicológico e um viés sociológico.

O argumento de Zoja é que, mediante o desaparecimento de rituais institucionalizados (rituais religiosos), o homem moderno ficou sem uma vivência que media aspectos conscientes e inconscientes durante a vida, resultando num  “desenraizamento”. Como todos temos a necessidade de ritos, este aspecto da psique teria se tornado inconsciente e, quando reprimido e não elaborado, acaba se tornando sombrio.

O foco de Zoja é na dependência e não no consumo não dependente, ou que porventura seja benéfico ao usuário.

Pode comprar aqui

Vou utilizar este livro para fazer um artigo sobre o filme Trainspotting. Quando ficar pronto publico aqui no blog !!!

Segue trailer do filme de 1996, dirigido por Danny Boyle.

Este é o texto do início do filme:  “Escolha uma vida, escolha um emprego, escolha uma família, uma carreira, uma televisão bem grande, máquina de lavar, carros, cd player, abridor de lata elétrico… por que eu ia querer isso? Preferi não ter uma vida, preferi ter outra coisa! E os motivos? Não há motivos, pra quê motivos se você tem heroína?”

Eba! Terei muito o que escrever…….

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De uns tempos para cá, passei a prestar atenção e me dedicar a pesquisar e estudar a comunicação nas novas mídias….

Já escrevi textos sobre a Reciclagem Cultural, a Era do Exibicionismo, a Mercantilização da Cultura….

E aí, nesta semana, na aula de Processos Comunicativos, minha professora Daniela Osvald, nos apresentou KUTIMAN

Seu projeto esbarra em algumas questões da era digital que eu gosto de refletir: compartilhamento de informação, criação coletiva, troca de arquivos de áudio e vídeo, direito autoral,  revolução das ferramentas………..e também levanta a questão de que não se precisa de produção, maquiagem, figurino, luz, etc…. para se fazer vídeos. Ou precisa? Depende qual é o resultado esperado……

E neste vídeo que está a seguir, tem até uma caixa registradora no meio do vídeo, que pode ter várias leituras……

Kutiman  faz vídeos musicais (clipes?) onde utiliza como materia-prima vídeos caseiros de quaisquer pessoas, postados no youtube.

Kutiman pode ser caracterizado com uma miscelânea de advérbios das novas mídias: mashup, remix, reciclagem, sampler, curador digital…..

“Ele utiliza o youtube como base de dados, e transforma um sintagma em paradigmas, que após editar da forma que decidir, volta a ser sintagma…….” (Essa frase foi só pra testar e saber se eu aprendi os conceitos da última aula!!!)

Pesquisando na rede, ele tem 30 anos, é músico, compositor, produtor e  animador de Israel. Ele é conhecido pela criação do projeto ThruYOU (Quando entra no site do projeto parece que o site está com algum problema…….eu gostei !!!).

E esta imagem abaixo é a capa do primeiro álbum de Kutiman de 2007 (não sei se ele fez outros)

 No início de 2010, Kutiman editou o clip de Maroon 5 com imagens de cada membro da banda tocando sozinho, intitulado “Kutiman Mixes Maroon 5”

Rapidamente e superficiamente o que é esse projeto e um pouco mais de Kutiman:

Em 2009, Kutiman lançou esse projeto, que seriam vídeos de música editados a partir de vídeos do Youtube, que receberam mais de 10 milhões de visitas em 2 semanas. A Revista Time o considerou como uma das 50 melhores invenções de 2009.

Kutiman lançou outros vídeos também, mas mantendo o estilo ThruYOU:

My Favorite Color“: Com uma edição de som mais complexa e onírica.

ThruJerusalém“: Com filmagens do próprio Kutiman.

My Favorite Band“: Editado com vídeos de músicos que executam “Black Dog” de Led Zeppelin.

This Is Real Democracy“: Com foco político, editado com vídeos de pessoas que manifestam nas ruas, além de líderes mundiais

Minha pesquisa não se aprofundou muito, mas o que pude perceber é o quão genial é este artista…. Vale a pena um mergulho nesse mar de criatividade para saber mais e se inspirar, afinal com essa pesquisa superficial, a certeza de  ter perdido algumas idéias e conceitos de Kutiman é inevitável !!!!

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Inicia-se no dia 22 próximo o Festival Internacional de Documentários “É Tudo Verdade” aqui em São Paulo, e se estende até dia 01 de Abril.

 Este festival é o principal evento dedicado exclusivamente à cultura do documentário na América do Sul. Criado em 1996 pelo crítico Amir Labaki, o festival tem exibido anualmente cerca de uma centena de obras não-ficcionais brasileiras e internacionais, entre lançamentos e clássicos, simultaneamente em São Paulo e no Rio de Janeiro. 

Todas as exibições são gratuitas.

A sessão de abertura deste ano será o filme “Tropicália” de Marcelo Machado, que será exibido no CCBB nos dias 24 e 30/03 as 17h e as 17h30 respectivamente.

Sinopse: Liderado por Caetano Veloso e Gilberto Gil, no final dos anos 60, o movimento tropicalista teve seu apogeu na efervescente cena musical polarizada pelos festivais da televisão na época, reveladores dos novos talentos que confrontavam tanto os padrões culturais quanto o cenário repressivo de uma ditadura militar recém-instalada. Misturando a música popular e regional brasileira com a batida do rock internacional, a Tropicália alinhava-se com manifestações simultâneas em outras artes, como o Cinema Novo de Glauber Rocha, as montagens iconoclastas do Teatro Oficina e os parangolés do artista plástico Hélio Oiticica. A curta e intensa história do movimento, sufocado pela prisão e exílio de seus principais nomes, emerge das imagens e testemunhos aqui registrados.

As salas que fazem parte da programação são:

Acesse aqui a programação completa

Mas a indicação de hoje é o documentário “Cartas Para Angola” de Coraci Ruiz e Julio Matos.

No filme, pessoas separadas por um oceano trocam correspondências que circulam entre Brasil, Angola e Portugal, três países que falam a mesma língua e compartilham um passado comum. Por meio de cartas, os personagens — alguns são amigos de longa data, outros que nunca se viram — contam sobre fluxos de migração, saudade, pertencimento, guerra, preconceitos, exílio e distâncias.

O filme será exibido no CCBB (24/03 às 20h30) e na Cinemateca (25/03 às 18h)

Veja o trailer e não perca a exibição !!! Eu estarei por lá……….

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