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Posts Tagged ‘Caetano Veloso’

Eu tomei conhecimento deste livro mergulhando nos mares da internet e me deu uma enorme vontade de o ler….. Tanto pelo tema quanto pelo autor, que eu gosto muito……(Aeeee Caê !!!)

Mas, infelizmente, essa leitura ficará para depois, já está na minha lista dos livros que quero ler, mas tem tantos antes…….

Não irei me alongar no texto, afinal o que eu sei dele é que foi lançado em 1997, tem 528 páginas e a sinopse – que segue a seguir. E somente isso…… Não ouvi nenhum comentário, não conheço ninguém que leu…..não sei de nada, só sei que quero ler……

Verdade tropical é em parte uma autobiografia: ao mesmo tempo em que descreve sua formação musical e o desenvolvimento de seu trabalho como cantor e compositor, Caetano Veloso narra períodos decisivos de sua vida pessoal – a infância e a adolescência em Santo Amaro, por exemplo, ou o primeiro casamento, a prisão em 68 e o exílio em Londres. Seu tema é também a música popular, sobretudo o tropicalismo, e sua relação com outras manifestações musicais, como a bossa nova, a jovem guarda e os festivais da canção. Num plano mais amplo, Verdade tropical reflete sobre questões que eclodiram nas décadas de 60 e 70, como as drogas, a sexualidade, a ditadura.

Tem aqui por R$68

Pela rede tem para baixar também, é só procurar…..

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Pra falar desse álbum, não tem como não contar a sua história. Então lá vai um pedacinho da história que eu sei…….

Em Julho de 1969, por conta das idéias tropicalistas, Caetano Veloso foi exilado para Londres. Mesmo fora do país “Caê” enviava artigo para o jornal “O Pasquim” e músicas para alguns intérpretes como Roberto Carlos, Gal Costa, Maria Bethania e Erasmo Carlos. Neste exílio “Caê” lançou o álbum “Caetano Veloso” (1971) com canções compostas em inglês e logo em seguida, lançou “Transa” que representava seu retorno ao país. O disco foi lançado em janeiro de 1972, exatamente há 40 anos. Ohhhhhhhhhhh.

Em 1971, conseguiu um visto para voltar ao Brasil para acompanhar a comemoração dos 40 anos de casamento de seus pais. Aqui no Brasil surge o álbum com o nome Transa, que é uma “transa de linguagens e ritmos”. É uma miscelânea de inglês com português, rock com samba, baião e blues.
Há uma entrevista de “Caê” no Jornal do Brasil onde ele conta: “Chamei os amigos para gravarem Londres. Os arranjos são de Jards Macalé (violão e guitarra), Tutti Moreno (bateria), Moacyr Albuquerque (baixo) e Áureo de Souza (percussão). Não saíram na ficha técnica e eu tive a maior briga com meu amigo que fez a capa. Como é que bota essa bobagem de dobra e desdobra, parece que vai fazer um abajur com a capa, e não bota a ficha técnica? Era importantíssimo. […] Gosto do disco todo. Orgulho-me imensamente deste som que a gente tirou em grupo”.
 
 “Transa” é tão importante musicalmente (e politicamente) que foi eleito em uma lista da versão brasileira da revista “Rolling Stone” como o décimo melhor disco brasileiro de todos os tempos e, nesse ano, há uma campanha na rede social Facebook intitulada “Queremos ‘Transa’, do Caetano Veloso, ao vivo”.
 

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Este é um album que adoro, ouço sempre, principalemte a musica “2001”.

O disco foi gravado às pressas por Gilberto Gil antes de partir para o exílio em 1969 (que durou até 1972), e é cheio de músicas compostas enquanto esteve preso, antes de ser exilado, como “Cérebro Eletrônico” e “Futurível’.

Gilberto Gil e Caetano Veloso no exílio em Londres, 1969

É um belo álbum cheio de músicas maravilhosas com uma boa dose de psicodelia brasileira de Gilberto Gil.
Os músicos colaboradores do álbum são: arranjos e direção musical de Rogério Duprat, violão de Gil, guitarra elétrica de Lanny, baixo de Sergio Barroso, bateria de Wilson das Neves e no piano Chiquinho de Moraes.

O disco vem com bônus da versão integral de “Aguele Abraço” no qual Gil canta por mais de 1 minuto e meio a mais do que na versão lançada comercialmente.

Na seqüência tem 2 demos acústicas de “Com Medo, Com Pedro” e “Cultura e Civilização” gravadas de um jeito descontraído e espontâneo e que depois foram gravadas por Gal Costa.

E fechando essa maravilha tem “Queremos Guerra”, de Jorge Ben, que Gil gravou com o autor no violão e Caetano Veloso no coro.

Aproveitem pois, na minha opinião, é imperdível!!!!

 

01. Cérebro Eletrônico
02. Volks-Volkswagem-Blue
03. Aquele Abraço
04. 17 léguas e meia
05. A voz do vivo
06. Vitrines
07. 2001
08. Futurível
09. Objeto semi-identificado
Bonus Track
10. Omão Laô
11. Aquele Abraço (versão integral)
12. Com medo, com Pedro (demo)
13. Cultura e Civilização (demo)
14. Queremos Guerra (com Jorge Ben e Caetano Veloso)

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Trecho de “Cérebro Eletrônico”

“Eu penso e posso
Eu posso decidir
Se vivo ou morro por que
Porque sou vivo
Vivo pra cachorro e sei
Que cérebro eletrônico nenhum me dá socorro
No meu caminho inevitável para a morte
Porque sou vivo
Sou muito vivo e sei”

Trecho de “Futurível”

“Seu corpo será mais brilhante
A mente, mais inteligente
Tudo em superdimensão
O mutante é mais feliz
Feliz porque
Na nova mutação
A felicidade é feita de metal”

Se quiserem saber mais sobre o exílio e a tropícália, aqui está um bom lugar para acessar.

 

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