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Posts Tagged ‘Gabriela Giamoniano’

Serviços de arte finalização para estamparia convencional, tanto para quadros, quanto para cilindros e ainda separação de cores especiais, utilizada para sublimacão.

Trabalho no ramo têxtil desde 2007:
* Desenhista de estamparia convencional na empresa Santaconstancia (2007 a 2010);
* Coordenadora de arte final na empresa Kalimo Têxtil (2010 a 2013) e
* Desenhista de estamparia digital na empresa Kachani (2013 a 2014)

Já venho desenvolvendo este trabalho com algumas indústrias têxteis e estou disponível para novas parecerias……

 

Sala de Desenho

 

 

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GABI!

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Esses dias surgiu um trabalho para eu criar uma capa para o CD do Zang.

Zang, rapper, que atualmente mora em Guarulhos lançará seu novo álbum “Di Rolê” neste ano.

No site do rapper é possível assistir a clipes, bem como ouvir  músicas e conhecer um pouco mais desse poeta das ruas…

Acesse

 

Zang "Di Rolê"

Zang “Di Rolê”

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Ontem não estava nos meus melhores dias……..várias preocupações……….
Procurando a saída pra alguns problemas que a vida me propôe e que o mundo moderno me obriga….

E aí nessas horas eu gosto mesmo é de desenhar e colocar pra fora o que está por dentro…..

Dá uma aliviada, minha terapia favorita……..

E está aí o resultado de ontem….

Mui Bem !!

Mui Bem !!

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GABI!

 

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Eu adoro desenhar e minha inspiração maior é quando quero passar uma mensagem através do desenho, de forma cômica.

Eu fiz este desenho pra aloprar uma garota que nem merecia esta “singela homenagem”, mas ok…. valeu pelo desenho e pelas risadas.

Gengibona, essa é pra você…..

gengiba

 

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Ontem encontrei algumas canetinhas velhas e comecei um desenho.

Não sei porque, mas adoro desenhar gatos………..de várias formas, tamanhos e cores.

Eu gostei deste desenho e as cores também ficaram bem boas, coloquei álcool para que as canetinhas  funcionassem, e para ajudar o papel que eu utilizei não deixava a tinta secar rápido.

Assim, consegui misturar as cores……

E só porque gostei realmente deste desenho que vou colocar uma foto.

 

 

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A vinheta que fiz para a Kalimo e que irá passar antes de cada desfile do SPFW e Fashion Rio – Inverno 2013 já está no youtube….

Segue as fotos dos desfiles, fiquei muito feliz com o resultado. Recebi muitos elogios o que mostra que executei um bom trabalho.

 

Kalimo

Kalimo

Kalimo

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Terminei a pesquisa, edição e finalização do vídeo de tendências Inverno 2013 da Kalimo

Assistam e fiquem por dentro………..

Acesse o link

Ou assista no blog da Kalimo…..

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Caramba, meu aniversário está chegando e já vou completar 31 anos !!!

Nossa, 31….. Meu Deus !!!

Não poderia ser 31 viagens inesquecíveis? Ou 31 amigos-irmãos? Ou 31 filhos? Ou melhor, 31 avós? 31 livros de própria autoria?

Parece menos maior, soa melhor aos ouvidos e  remete a coisas boas, agradáveis, que trazem bem estar……..

Ah, se eu ja tivesse feito 31 viagens inesquecíveis, ou se possuísse 31 amigos que “estariam aqui” antes mesmo de dizer que preciso deles, ou 31 filhos……….nossa, isso eu iria adorar…..imagine !!!

É bom imaginar isso, imagine eu com 31 velhinhas? Numa sala, assistindo novela, numa sala com cheiro de limpeza………….ah, que aprazível….

Ou 31 livros………se fosse assim, esperaria sem inferno astral todos os próximos aniversários………..

Agora quando penso em anos, lá vem a cabeça a média de vida de 90 anos. Ou seja, logo vem a idéia de que só me restam 2/3 de vida.

E pensar que quando tinha 14 anos, eu queria muito ter 17…..e agora já tenho quase o dobro….

Antes, quando pensava em como seria aos 31 anos, imaginava outras coisas. Mas a vida me levou para lugares que não são exatamente o que sempre quis…..

Claro, que algumas coisas que eu sou e possuo são mais do que já havia pensado, mas também tem aquelas coisas que já deveriam estar comigo, mas que ainda nem tenho planos

Isso me dá uma certa angústia……E ás vezes, para me sentir um pouco mais aliviada, penso assim:

* Tenho 31 anos, mas minha vida começou a ser entendida acho que uns 17/18 anos……..então pensando dessa forma, posso aceitar que até agora vivi 13 anos………bom, melhorou…….

* E aí voltando a média de vida de 90 anos – 31 anos = 59 anos que tenho pela frente, dividido por 13 (que são os anos que vivi “consciente”) = 4,5.

* E aí que vem a parte boa de pensar: ” se eu ja vivi bastante nesses 13 anos, tenho tempo para viver isso mais 4,5 vezes”

Mas todo cuidado é pouco, pois logo me lembro do clichê do copo meio cheio ou meio vazio……se eu achar que eu vivi coisas boas até agora, posso pensar: “Eba, tenho mais 4,5 vezes para viver isso e muito mais !!!”, mas se estiver num momento depressão é fácil pensar: “Que saco, ainda tenho 4,5 vezes para ficar aqui, óh céus, óh vida”.

Será que quando eu tiver um filho, vou deixar de contar meus anos e contar os anos dele?

Acho que seria uma boa, afinal com o primeiro filho nasce uma mãe:

Se eu tiver um filho com 32, aos 37 anos poderei dizer assim:

– Tenho 32 anos e 5 do meu filho.

Aos 42 direi:

– tenho 32 anos e 10 do meu filho.

De qualquer forma, com a chegada do aniversário, ao menos pra mim, acontece automaticamente um balanço do ano que se foi e a esperança se renova, ainda bem, porque falta tanto para eu alcançar, e buscar……..

Talvez seja essa a função do aniversário, encerrar um ciclo para iniciar outro…

Novas forças, vontade de alcançar objetivos, sensação de início de metas da segunda-feira……

Então uno uma coisa que posso e uma que não posso mudar: 1- não gosto de ficar parada, 2- não tenho escolha, preciso ir…..

Então:

Vou!!!!….afinal ainda tenho 4,5 vezes de vida do que já vivi!!!!

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Há algum tempo atrás, além de meu pai me contar uma história reveladora ele ainda me entregou um saquinho com umas coisinhas coloridas dentro.

Bolsinha passada através de gerações !

Na época eu não sabia ao certo o que fazer com aquilo e confesso que fiquei um tanto assustada com a revelação que ele me fez.

Ele me contou que aquele saquinho havia passado por algumas gerações da nossa família, mas que nenhuma das pessoas que o recebeu soube claramente o que fazer com ele e por insegurança, o máximo que fizeram, foi passar adiante para as próximas gerações.

Eu era pequena, não entendia direito o valor que aquela revelação tinha, e só guardei o tal saquinho até pouco tempo atrás porque eu adorava colecionar coisas pequenas.

A revelação assutadora era que ali dentro daquele saquinho havia palhetas mágicas !!!!!!!!

Elas foram criadas por um mago que vivia em uma floresta longínqua e sem muitos habitantes. O Mago, chamado Péricles, as criou para preservar o que havia descoberto de mais importante em matéria de mágica e felicidade.

Destes poucos habitantes que conviviam com o Mago Péricles, um deles conhecido como Azhy, era muito invejoso e tinha pouca capacidade de raciocinar. Então ao invés de tentar aprender com o Mago, achou mais fácil destruí-lo, pois acreditava-se que matando algum ser vivo, todos as suas qualidades eram transferidas automaticamente.

Mas como o Mago não era bobo nem nada, decidiu transmitir toda a sua sabedoria, conhecimento, qualidades, inteligência, e o mais importante: suas mágicas e suas descobertas a respeito da felicidade em 3500 pedaços de plásticos coloridos que eram utilizados como brinquedo educativo para as crianças da aldeia.

Palhetas Mágicas

Foi uma escolha muito bem pensada, já que Azhy era avesso as crianças, pois a felicidade e alegria que elas imanavam espontaneamente o deixavam bastante agressivo e inconscientemente mais invejoso. E com essa aversão às crianças, ele nunca chegaria perto destes brinquedos especiais.

E assim os dias foram passando até que Azhy conseguiu realizar seu feitio de destruir Péricles. No entanto, como Péricles já esperava por essa maldade, criou uma mágica para que assim que seu coração parasse de bater, Azhy se transformasse em um pássaro imortal. Dessa forma não conseguiria fazer mal a mais ninguém…..

Meu pai disse que até hoje podemos nos deparar com o Azhy, mas nunca saberemos que é ele, pois as informações quanto as características dele foram se perdendo no tempo, a única coisa que ele sabia era que o pássaro ficou da mesma cor dos brinquedinhos mágicos.

Azhy

Depois de algum tempo o que foi verificado pelos mais velhos é que aqueles plastiquinhos coloridos tinham algo de especial, pois a medida em que as crianças iam crescendo não conseguiam se desvencilhar daqueles brinquedos. E quando ficavam algum tempo longe, uma tristeza sem motivo e sem tamanho tomava conta delas.

A fiha de Péricles, Teja, ouvindo isso, recolheu todas as palhetas e as guardou em um lugar bem escondido. As crianças ainda perguntaram pelas palhetas por algum tempo, mas logo esqueceram, afinal estavam em idade de casar e neste caso, somente o amor verdadeiro pode suprir o bem-estar causado pelas palhetas.

Amor Verdadeiro!

E assim como o destino impôs, um dia, ela conheceu um caçador e se mudou da aldeia sem deixar para trás aquelas misteriosas palhetas.

Certa vez, quando retornou a aldeia encontrou sua mãe já muito doente, nesta ocasião ela lhe contou a lenda das palhetas mágicas e pediu para utilizá-las somente em uma ocasião especial. Pediu para manter todas juntas. pois assim a felicidade estaria completa e sempre com ela. E lembrou-a de que somente um verdadeiro amor poderia trazer uma felicidade maior do que a passada pelas palhetas mágicas. Ela também explicou que as palhetas sozinhas  manteriam o efeito de bem-estar, porém em menor intensidade. Para que uma sozinha funcionasse adequadamente seria muito simples, era necessário somente deixá-la próxima do corpo para que a felicidade fosse contagiante. Ela também disse que as pessoas mais tristes são atraídas por ela, mas isso foi pensado pelo Mago Péricles, porque ele sabia que quem está triste não tem vontade de fazer nada. E com essa atração,  a pessoa ao se aproximar das palhetas, a felicidade aconteceria sem ela perceber.

E assim foi o que aconteceu: Teja as manteve sempre unidas e assim passou para o seu filho. Seu filho no entanto, casou-se cedo e no amor encontrou toda a felicidade e guardou para seu filho. Seu filho Thomáz era o meu avô. Ele as manteve sempre juntas até passar para o meu pai que então passou para mim.

Eu ja tinha a idéia de passar adiante essas palhetas, separá-las e multiplicar a felicidade entre as pessoas. E quando surgiu o concurso da Vivo, pensei: É agora a chance de transmitir a felicidade para essas pessoas tristes fruto deste caos urbano.

Eu já não precisava dessas palhetas há algum tempo, afinal já tenho o amor verdadeiro para suprir toda minha necessidade de felicidade.

Levei a idéia adiante e enviei o projeto para VIVO e quando fui selecionada, enorme foi minha alegria. Então, para que ninguém percebesse, foi gravado o nome de uma marca famosa de instrumentos musicais, já que as palhetas que eu possuia eram bem parecidas com as palhetas atuais utilizadas para tocar guitarra.

Finalizei o projeto e me sinto grata de a felicidade estar sendo transmitida !!!

Conheçam o projeto aqui. O meu orelhão é o número 50.

Pegue a sua !!!

É certo que o meu orelhão está ficando cada vez mais feio, desfalcado de palhetas, mas por outro lado, a felicidade está sendo emanada pela cidade de São Paulo.

Mantenham as palhetas próximas ao corpo e sinta a felicidade que foi transmitida às palhetas há muito tempo !!!

Se ainda não pegou a sua, corra até a Av. Paulista, 2073 – em frente ao Conjunto Nacional e retire a sua cota de felicidade……

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Vejam a apresentação que eu preparei para o lançamento do Alto Verão 2013 Kalimo, que aconteceu no dia 15/05.

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