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Ainda continuo numa fase de imersão em estudos e textos complexos……..

E para eu manter uma trilha sonora para os estudos continuo ouvindo músicas instrumentais. Dessa forma não desfoco a atenção das palavras para as letras (das músicas).

E nesta semana, lhes apresento Brother Jack McDuff….

McDuff foi um maestro, organista e também arranjador.  McDuff começou como baixista tocando com Denny Zeitlin e Joe Farrell. Trabalhou com Johnny Griffin, em Chicago. Aprendeu sozinho órgão e piano em meados dos anos 50, e começou a ganhar atenção e trabalhar com Willis Jackson no final dos anos 50 e começo dos 60. McDuff fez sua primeira gravação como líder para a Prestige, em 1960, tocando em uma banda com Jimmy Forrest. Eles fizeram dois álbuns marcantes: “Tough Duff” e “The Honeydripper”. McDuff organizou sua própria banda no ano seguinte, com Harold Vick eo baterista Joe Dukes. A banda decolou quando McDuff contratou um jovem guitarrista chamado George Benson. Eles estavam entre as bandas mais populares de meados dos anos 60 e fez vários álbuns excelentes. Grupos posteriores de McDuff no Atlântico e Cadet não igualaram o nível da banda de Benson, embora mantenham a boa qualidade. Embora sua saúde tenha oscilado ao longo dos anos 90, McDuff lançou vários discos no selo Concord Jazz antes de sucumbir à insuficiência cardíaca em 23 de janeiro de 2001, com a idade de 74.

Este CD foi gravado em 2005, mas o LP é de 1972 

Tá em Choque?

GABI!

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E hoje de presente, um som instrumental dos bons…….

Como estou numa fase em que estou lendo e estudando alguns textos um tanto difíceis e que exigem concentração, estou preferindo ouvir músicas sem letras, assim mantenho uma trilha sonora para meus estudos e não me deixo distrair pelas letras.

Sem contar que a música instrumental me acalma, relaxa e me mantém numa paz incrível !!!!

Há pouco tempo ouvi álbum Aurora do Azymuth, gravado em 2011. E a partir de então ouço repetidas vezes durante esses dias mais introspectivos…..

Azymuth é um trio instrumental carioca formado no começo da década de 70 por José Roberto Betrami (teclado e percussão) Alex Malheiros (baixo e guitarra) e Ivan Conte (bateria e sintetizadores). Inserido numa bossa jazz samba fusion puramente instrumental na época em que a MPB era sinônimo de cantores, eles permaneceram às margens da popularidade na terra natal.  

No blog Ouveae chamam a música deles de “samba de gringo doido” que mistura percussão afro from hell, guitarra roqueira, baixo fusion e sintetizadores a la Herbie Hancock fase Headhunters.

Eu gosto e indico !!!

Tá em Choque?

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Nem folclórica, nem vanguardista, a música que vinha pela vitrola ou pelo rádio tinha tudo para ser ignorada por Mário de Andrade. Não foi. O maior musicólogo brasileiro foi um ouvinte atento da música urbana brasileira e lhe dedicou um punhado de páginas importantes. Muitos pesquisadores leram tais ensaios como manifestações de um desprezo elitista – sobretudo quando tratavam a produção midiática com o adjetivo “popularesca”. Na contramão dessas leituras, o presente curso, criado em homenagem aos 90 anos da Semana de Arte Moderna de 1922, buscará mostrar a riqueza das escutas de Mário. Suas viagens sonoras pelos sons do Brasil, sem nenhuma dúvida, vão muito além de qualquer preconceito.

Quando: terças-feiras, das 20h às 22hs (6, 13, 20 e 27 de março; 3, 10, 17, 24 de abril).

Ministrantes: André Domingues, crítico e pesquisador musical

Público alvo: livre

Serviço

Quando:
Ter 06/03 às 20:00

Quanto:
Grátis
Onde:
Centro Cultural Aúthos Pagano

Endereço:
Rua Tomé de Souza, 997 City Lapa – São Paulo-SP Tel: 3836-4316

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Conheci esse músico através de meu namorado. Ele me mostrou a música chamada: “Misterio Stereo” (álbum Japan Pop Show)

Eu fiz um par de brincos
Pra brincar todo dia
Todo dia, todo dia
Com a sua impecável e distinta harmonia
Harmonia, harmonia
Como se fossem duas notas da simples melodia
Melodia, melodia
Um mistério stereo que eu te cantaria
Eu cantaria, cantaria

Pra vibrar em cada canto dominante no seu coração
Rodeando, balançando, enfeitando
Seu ouvido, seu pescoço, seu corpo, sua casa, seus jardins
Contrapondo seu ritmo, seu som
Tornando sua alma dissonante enfim

Se eu pudesse
Ah, se você percebesse
Que eu faço de tudo só pra te encantar
Todo dia, eu cantaria, todo dia

Eu fiz um par de brincos
Pra brincar todo dia
Todo dia, todo dia
Com a sua impecável e distinta harmonia
Harmonia, harmonia
Como se fossem duas notas da simples melodia
Melodia, melodia
Um mistério stereo que eu te cantaria
Eu cantaria, cantaria

Todo dia, essa melodia
No seu ouvido, no seu pescoço, sua casa, na sua vida
Eu cantaria…

Curumin

A música de Curumin é deslizante, mistura MPB com toques modernos de música eletrônica. Ao ouvir percebe-se referências de samba, soul, funk, reggae, bossa nova, mas sem se prender a nenhum desses rótulos.

E é essa mistura que torna o som autêntico.

Curumin, como baterista, já acompanhou Paula Lima, Arnaldo Antunes, Vanessa da Mata e Céu.

Em 2003 lançou seu primeiro disco: “Achados e Perdidos” 

Achados e Perdidos

Em 2008 lançou seu segundo disco: “Japan Pop Show”

Japan Pop Show

 Baixe aqui os dois álbuns

Tá em Choque?

GABI!

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Conheci Eumir Deodato na Virada Cultural deste ano. Pode até ser vergonhoso dizer que não conhecia este músico dos bons, mas é verdade. Bom, antes tarde do que nunca, não é? Eu adorei sua música e ouço sempre que estou lendo, pesquisando ou escrevendo, pois vira trilha sonora do pensamento.

Capa do álbum Deodato: Skycrapers (1973)

Nasceu em 21 de junho de 1942, no Rio de Janeiro.
Começou tocando acordeão, depois disso, iniciou seus estudos em piano e arranjo e regência de orquestra.
Estritamente autodidata, ele mergulhou nos livros teóricos.
Deodato se tornou um do mais ativos arranjadores e pianistas do Rio, gravando com Milton Nascimento, Marcos Valle, Elis Regina e Antônio Carlos Jobim.
Em 1968, Deodato se mudou para New York e começou a trabalhar com Luiz Bonfá, e também fazendo trabalhos de estúdio para Astrud Gilberto, Walter Wanderley, Antônio Carlos Jobim e Marcos Valle.
Além de outras coisas (que podem ser conhecidas ao ler a biografia completa deste músico), nos anos 90, Deodato trabalhou com a cantora islandesa Björk, e fez arranjos para três álbuns dela: Post(1995), Telegram(1996) e Homogenic(1997). Arranjou e produziu em 1996 um álbum para Gal Costa (1996) assim como fez arranjos para Titãs e Carlinhos Brown
 

A Funarte possui um programa chamado Estúdio F, muito bom por sinal, tem como tema grandes nomes da música brasileira.  Lançado em novembro de 2006, a atração é uma das raras oportunidades do público conhecer de forma mais detalhada a vida e a obra de grandes nomes da música brasileira. O roteiro do programa é assinado pelo jornalista Cláudio Felicio. A apresentação fica a cargo do produtor Paulo César Soares.

E em 13 de Abril deste ano, a obra de Eumir Deodato  foi tema deste programa. O programa acompanha a carreira de Deodato desde sua aproximação com o pessoal da Bossa Nova no final dos anos 50 até sua consagração como um dos nomes mais importantes da música brasileira no cenário internacional. Não faltam curiosidades sobre o artista, entre elas a história de como ele partiu para América e de como a sua versão jazz pop para “Assim Falou Zaratustra” (tema de Richard Strauss usado por Stanley Kubrick no filme “001 – Uma Odisséia no Espaço”) tornou-se um grande sucesso.

Confira através de áudio, os blocos 1, 2 e 3 do programa, acessando aqui

Na Revista E do Sesc há um depoimento de Eumir Deodato sobre a relação com a Bossa Nova e o trabalho de arranjador. Vale a pena conferir o texto na íntegra.

Não recebo muitos convites para produzir no Brasil. Tenho teorias [sobre por que isso acontece]. Muita gente acha que sou muito caro. Pelo contrário, às vezes faço coisas porque quero fazer. Todo mundo tem medo de me chamar. Mas quando me chama dá certo, não é uma questão de preço. (Eumir Deodato)

E pra baixar suas músicas, aqui no site Um Que Tenha há 17 álbuns……..

 

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GABI

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Eu sempre curti a banda, ela escreveu boa parte dos meus 90’s e fico feliz com a notícia, espero que volte a ser o bom e velho charlie brown sem esses nhen nhen nhen “modernos” emo.

 

Palavras de Chorão!

Sinto que é meu dever dividir com vocês acontecimentos dos últimos meses dentro da banda Charlie Brown Jr. Em abril desse ano o contrato que existia entre o Heitor e a banda venceu. Imediatamente iniciamos o processo de renovação, pois quero deixar bem claro aqui que acho o Heitor um baixista excepcional, um cara bacana que eu admiro muito. De lá para cá, continuamos cumprindo juntos os compromissos que haviam sido agendados previamente. Durante esse período o Heitor manifestou a vontade de priorizar novos projetos pessoais, o que prolongou, mais do que o normal, o tempo previsto para a sua renovação. Mesmo assim, continuamos a conversar e a fazer os shows. Foi quando, mais ou menos há um mês, depois de uma longa conversa entre o Heitor e eu, chegamos em um acordo de que era melhor nesse momento cada um seguir o seu caminho. O que, infelizmente, encerra esse ciclo, porque eu e os caras da banda gostamos muito de tocar com ele. Dois meses antes dessa conversa que eu e o Heitor tivemos, fui procurado pelo Champignon na minha casa. Foi quando tivemos a oportunidade de conversar para valer. Nessa conversa, ajustamos diferenças entre nós, botamos a limpo o motivo pelo qual nos separamos e ele me disse que percebia agora o quanto tinha sido intempestiva a maneira como ele deixou a banda e os comentários que ele fez sobre mim depois. Ele me pediu desculpas e eu aceitei de boa, mesmo passando até hoje por coisas desagradáveis por conta de todo “fala fala” e esse engano, hoje esclarecido. Porque se havia alguma coisa a ser dita, tinha que ser dita cara a cara entre nós. Motivo pelo qual sempre fiquei na minha, pois no fundo sabia que esse dia ia chegar. Nessa conversa ele também me falou que tinha vontade de voltar a tocar com o Charlie Brown Jr. Notícia que me deixou muito feliz. Nesse momento, com a saída do Heitor e a volta do Marcão, foi decidido em uma reunião por unanimidade entre o Thiago, o Bruno Graveto, o Marcão e eu, que o mais legal, então, seria aceitar o Champignon de volta à banda. A partir de agora começa uma nova história a ser escrita por nós e por todos vocês, que sempre nos apoiaram. Para finalizar, queria dizer que o relacionamento entre o Charlie Brown Jr e o Heitor terminou de boa, e a gente deseja muita sorte para ele em qualquer coisa que ele decidir fazer. Continuamos amigos e esperamos poder fazer um som com ele novamente. Valeu, Heitor, todos aprendemos muito uns com os outros nessa caminhada! No dia 13 vai ser postado um depoimento (vídeo) do Champignon e um vídeo das primeiras reuniões que aconteceram entre nós no Estudio Mega em São Paulo e no estúdio do Charlie Brown Jr em Santos.

Valeu, galera!
 – Chorão

achei esse video da “nova” e “velha” formamação!

Tá em choque?
vito! 

 

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Em dezembro de 1997, no Rio, Milton Nascimento juntou amigos e convidados como Caetano Veloso, Alcione, Skank, Nana Caymmi e Gilberto Gil no especial A Sede do Peixe. Dirigido por Lula Buarque de Hollanda e Carolina Jabor, o programa foi exibido pelos canais Multishow e HBO e, em 2004 saiu em DVD.

Bonito e bem realizado, A Sede do Peixe tem seus maiores encantos nos encontros musicais inusitados e nos papos descontraídos.

Este DVD traz uma costura de depoimentos com músicas. Nos depoimentos estão Milton e vários companheiros de sua carreira, como o pessoal do famoso Clube da Esquina, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Também há comentários de pessoas da cidade onde o cantor morava, que conheceram ele.

Eles contam detalhes de Minas, de Milton e da carreira dele.

Outros artistas que também atenderam ao chamado de Milton foram Zélia Duncan, Wagner Tiso, Fernando Brant, Lô Borges, Tavinho Moura, Beto Guedes, Nana Caymmi, Uakti e Alaíde Costa.  Elis Regina canta Canção do Sal, num videofonograma cedido pela TV Bandeirantes.

É mais um documentário com músicas, do que propriamente um show. As músicas na maioria foram gravadas em um grande buraco redondo (confira nos videos abaixo) com as paredes cheias de detalhes parecendo algo indígena. Nem todas as músicas estão na íntegra, mas a maioria está.

 

 

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