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Eu Só Quero um Amor…..

“Eu só quero um amor

Que afaste o meu sofrer

Um xodó pra mim

Do meu jeito assim

Que alegre o meu viver….”

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Não, não estou depressiva, um pouco carente talvez, e só….

“Poxa, mas você se “casou” por duas vezes (afinal morar junto é sinônimo de casamento), namorou seriamente outros dois e não tão sério outros poucos, e não deu certo, talvez a culpa seja sua”…. já ouvi isso várias vezes e de diversas pessoas….

Pensei bastante sobre isso e cheguei a uma conclusão, não sei se é a correta, mas foi a que mais me convenceu….

Não, penso que realmente não esteja errada, estaria sim, se mantivesse relacionamentos que não me fizessem feliz, que não me deixassem ser eu mesma, que empacassem minha vida e minha forma de pensar….

Decidi por, todas as vezes, colocar um final, não porque eu não amasse essas pessoas, mas sim porque meu amor por mim era maior do que meu amor por eles…. Que bom!!!…

Hoje não tenho ninguém para chamar de meu, meu amor, meu namorado, meu marido, mas percebo o quanto fui sempre muito minha e por mais que não pareça percebo o quanto me coloco em primeiro lugar…

Sou solidária com quem quer que seja, e as vezes até parece que esqueço de mim mesma, mas o que posso fazer se eu fico com o coração muito mais feliz quando faço o bem aos outros?

Mas com relação ao amor e felicidade que dele pode resultar, esse não entrego aos outros primeiro, este é o meu primeiro pedaço do bolo e só meu….

Sei que seria muito mais feliz se eu tivesse um amor, um companheiro para todas as horas, alguém pra dividir as decisões importantes da vida, pra fazer planos para o futuro, para formar uma família e pensar nos futuros netinhos, pra pensar na ceia de natal (aproveitando que o natal foi ontem…rs) e esperar o restante da família chegar….

As vezes fico desanimada achando que eu tenho alguma falha de programação relacionada ao Amor, fico triste, sinto uma pontinha de inveja ao ver uma família feliz, uma foto de um casal com filhos, todos sorrindo deixam meu coração em frangalhos….

Mas por outro lado, a confiança de que a vida nunca erra alivia esta dor, e me mantem equilibrada….

Se por acaso, mesmo assim, a tristeza chegar, procuro enxergar por outro ponto de vista…

Estou só? Antes só do que mal apaixonada…..

Talvez realmente ainda não tenha chegado a hora, como algumas amigas me dizem tentando me deixar mais esperançosa, e talvez seja isso mesmo, porque não oras????

Talvez ainda seja hora de aprender mais algumas coisas, ou talvez essa hora nem chegue e o meu destino nessa vida seja outro e não apenas “crescei e multiplicai-vos”, talvez eu precise endurecer um pouco mais meu coração mole para eu ser uma pessoa especial para alguém, talvez eu precise ser mais inteligente, mais rica, mais séria, mais madura,….

Talvez tenha uma pessoa me esperando, mas quem não está preparada ainda pra ele seja eu, pode ser que a vida esteja me lapidando para eu chegar na hora certa pra alguém que também esteja esperando a hora certa pra me receber….

O amor é importante, pelo menos pra mim, mas não adianta eu forçar uma situação para mostrar uma felicidade incompleta, seja pra mim ou para as pessoas ao meu redor…. Não quero me apaixonar por uma questão de prática, ou porque é mais barato, ou por uma questão de contrato, ou por causa da casa, ou por causa do “é o que está tendo”….

Por isso, vou vivendo o que a vida me oferece, uma vida feliz, mas faltando um pedaço, rodeada por pessoas que me fazem bem, trabalhando com coisas que gosto e buscando a cada dia o que irá me fazer feliz até a hora de dormir, pra quando acordar, retomar minha busca….

Com um amor (imagino um coração bem gorducho e vermelho sangue), eu poderia ser mais forte, mais feliz e mais motivada para viver até os 100 anos….. ou não…..kkkkk….. vai que isso é uma coisa que minha cabeça criou???

Um dia de cada vez….. aproveitando tudo o que a vida me oferece ou me livra…. agradecer é a chave, e fé de que está tudo certo alivia o que chamo equivocadamente de dor….. pois a dor de hoje terá uma resposta amanhã….. se eu não fosse tão ansiosa não precisaria sofrer por antecipação…..

To aprendendo e vivendo….. mas vivendo de verdade…… e aprendendo muito…. todos os dias………

E o amor? Ah, deve estar a caminho……

Tá Em Choque?

GABI!

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Serviços de arte finalização para estamparia convencional, tanto para quadros, quanto para cilindros e ainda separação de cores especiais, utilizada para sublimacão.

Trabalho no ramo têxtil desde 2007:
* Desenhista de estamparia convencional na empresa Santaconstancia (2007 a 2010);
* Coordenadora de arte final na empresa Kalimo Têxtil (2010 a 2013) e
* Desenhista de estamparia digital na empresa Kachani (2013 a 2014)

Já venho desenvolvendo este trabalho com algumas indústrias têxteis e estou disponível para novas parecerias……

 

Sala de Desenho

 

 

Tá em Choque?

GABI!

Paper Toy Kamau

Esses dias foi aniversário do Kamau e então resolvi presenteá-lo criando um paper toy dele.

 

Kamau

Kamau

 

E pra quem quiser também ter um Kamauzinho, é só baixar o arquivo neste link e montar o seu…..

Tá em Choque?

GABI!

Dica do Dia: Zang

Esses dias surgiu um trabalho para eu criar uma capa para o CD do Zang.

Zang, rapper, que atualmente mora em Guarulhos lançará seu novo álbum “Di Rolê” neste ano.

No site do rapper é possível assistir a clipes, bem como ouvir  músicas e conhecer um pouco mais desse poeta das ruas…

Acesse

 

Zang "Di Rolê"

Zang “Di Rolê”

Tá em Choque?

GABI!

Ontem meu irmão André me mandou uma foto da ZN skatepark com a seguinte frase: “Só quem pulou o barril sabe….”

"Só quem pulou o barril sabe....."

“Só quem pulou o barril sabe…..”

Nossa, na hora vieram várias lembranças da ZN, e da época que eu ia pra lá em 1995, com 14 anos.

Era incrível…. várias histórias……..

Eu ia com a Mariana, uma grande amiga da época, mas que hoje nem tenho mais contato….Íamos mais aos domingos e passávamos a tarde toda lá.

Íamos com a Mobylete do irmão dela, enquanto eu ficava conversando e distraindo ele, a Mariana pegava a mobilete e sem fazer barulho me esperava na rua de baixo da casa dela.

Colocavamos a mochila com os skates nas costas e íamos. Ah, sem esquecer, claro, do walkman e das fitas cassete, ouvindo Bad Religion, NOFX, 311, Shelter, 2Pac, Beastie Boys, Pavement, Pennywise, Cypress Hill, Green Day, Rage Against the Machine, House of Pan, Dog eat Dog, Jane’s Addiction, entre outros……..

A mochila ficava cheia de fitas…. ainda levava umas ferramentas básicas, kit de primeiros socorros (minha canela era um roxo só), uma caneca, suco em pó e bolachas….

A Mariana andava melhor do que eu, mas eu acertava uns flip no quarter, ollie, nollie saindo do carven….. Acertava uns hillflip, varial flip, 180…. mas a Mariana acertava tudo isso de noolie e de switchstance….. Eu acertava algumas de switch só.  Gostava de ficar pra lá e pra cá na mini ramp e dar uns rockslide no corrimão……. Nossa tinha várias, agora me lembrei que acertávamos noseslide no palquinho e também lá no final da pista, num palquinho que descia…..

Ás vezes a gente juntava uma galera e alugava a pista de sexta a noite. Aí o Seo Afonso deixava a pista lá pra gente das 19h as 22h. Era legal também, porque a pista ficava mais vazia, só pra gente.

A época do Skate na minha vida foi muito legal, eu andava todos os dias, estudava de manhã ou a noite e tinha a tarde toda para o carrinho. Eu gostava mesmo de andar na praça Charles Miller, conhecia o pessoal de lá, e ainda íamos jogar videogame grátis na blockbuster que tinha ali perto. Quando chovia o lugar certo para andar era na estação Conceição do Metrô ou na marquise do Ibirapuera. Quando queria encontrar uma galera legal e fazer uma social, o lugar certo era Vale do Anhangabaú e aí pra completar, passávamos na Maze que ficava na Galeria do Rock e arrematava com um mate com leite no Rei do Mate. Quando tínhamos disposição, o lugar escolhido era a pista de São Caetano (nossa, eu achava muito longe….).  Na Prestige eu só ía pra assistir campeonatos, não gostava daquela pista. Tinha também a rollerbrothers perto da ponte do limão e a rockrollers perto do center norte. As pistas eram legais, mas tinha muita rixa entre os rollers e os skaters e aí sempre tinha briga…

Nossa, nessa época eu era nova, mas conhecia tanta gente, eu poderia sair sozinha que sempre encontrava alguém ou conhecia no dia….Não me preocupava com muita coisa, só queria andar de skate e acertar umas manobras, e nunca pensei em correr campeonado…. Gostava mesmo de andar pra mim…

Aí logo começaram as baladinhas, o top era a Class, depois vieram o 360° na Alameda Estados Unidos… Tinha o 8°DP que também era bem legal, e o Retrô na Santa Cecília…. Depois o Tron abriu um bar na vila Madalena que vendia a tal “xota da Índia”, não me lembro o nome do bar, e também tinha a Torre do Dr. Zero que era na mesma rua. Depois abriu o Borracharia que era simplesmente incrível…. Depois comecei a ir no Matrix que também era na Vila Madalena….. E aí se tornou o meu lugar predileto…. Fui muito tempo lá…..

Nessa época também acontecia o Mercado Mundo Mix na  Barra Funda, um dia lá dei até entrevista para a SporTV……….hahaha

Fui convidada para fazer uma matéria para a Revista Capricho….

Além disso também saí na sessão certo e errado da mesma revista e meu look estava certo……..rsrssr

Eu tinha uma outra amiga minha que tinha bastante dinheiro e aí um dia ela me chamou pra ir na casa dela……….então ela me deu um DC, e dois Etnies……. Nossa, imagina como eu fiquei…….

Eu tinha um Airwalk que já estava furado e ganhei logo três tênis gringos…….. fiquei muito feliz!!!!! Tinha até pena de andar de skate com eles…..

Aí ontem, assisti o documentário da ZN feito pelo Rubens Sunab me deu mais saudades ainda, vi várias pessoas daquela época, o Anjinho, o Bam Bam, o Negão da portaria, o Torto, o Tuca, o Kamau, o Reco,  o Ari, o Índio………..

Olha essa foto que eu achei na net:

Olha só o Kamau...

Olha só o Kamau…

Vale a pena assistir…… e chorar….. rsrs

“Que tempo bom, que não volta nunca mais…..”

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E essa fase toda do Skate em minha vida acabou quando eu tinha 17 anos, comecei a fazer cursinho e virei uma nerd pra conseguir entrar na faculdade…. Mas o skate permanece em meu coração e sinto muitas saudades daquela época…… me divertia muito !!!

Tá em Choque?

GABI!

Desenho do Dia

Ontem não estava nos meus melhores dias……..várias preocupações……….
Procurando a saída pra alguns problemas que a vida me propôe e que o mundo moderno me obriga….

E aí nessas horas eu gosto mesmo é de desenhar e colocar pra fora o que está por dentro…..

Dá uma aliviada, minha terapia favorita……..

E está aí o resultado de ontem….

Mui Bem !!

Mui Bem !!

Tá em Choque?

GABI!

 

Entre os dias 1 e 3 de setembro acontece em São Paulo o I Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cultura. Com o tema “Pesquisa e produção do conhecimento para além da universidade”, o encontro busca reunir pesquisadores de todo país para debater e organizar o campo da pesquisa em cultura no Brasil. O objetivo é reunir pesquisadores que investigam a área da cultura, dentro e fora da universidade e que estão dispersos no território nacional, nas diferentes disciplinas e em diferentes contextos sociais. Com o encontro, esperamos fomentar o diálogo entre campos, instituições e agentes, evidenciando convergências e oportunidades de colaboração.

O Encontro Brasileiro de Pesquisa em Cultura foi precedido de dois encontros regionais – o I Encontro Paulista dos Pesquisadores da Cultura e o I Encontro Fluminense e Capixaba dos Pesquisadores da Cultura (realizados em 2012 com a participação de mais de 500 pesquisadores). Os encontros regionais demonstraram a carência de espaços de interlocução e a necessidade da realização de um encontro nacional periódico dos pesquisadores em cultura, rompendo barreiras geográficas, disciplinares e institucionais.

Público-alvo

O encontro está aberto a todos os que fazem pesquisa sobre cultura, dentro e fora das universidades. Ele reunirá pesquisadores acadêmicos de todos os níveis, agentes culturais e gestores públicos que desenvolvem investigações no campo da cultura.

Local

O encontro acontece na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo. A escola está localizada no bairro de Ermelino Matarazzo, na Avenida Arlindo Bettio, 1000.

Datas chave

18/02: Lançamento do chamado e abertura das inscrições
15/04: Prazo final para envio dos trabalhos
04/05: Divulgação dos trabalhos selecionados
01/09: Início do encontro

Organização do encontro

O encontro contará com uma conferência de abertura, mesas redondas, oficinas de pesquisa e sessões de apresentação de trabalhos. Este chamado dirige-se aos que têm interesse em apresentar suas pesquisas nas sessões de apresentação de trabalhos

Eixos

A partir dos trabalhos apresentados nos encontros regionais foram elaborados os seguintes eixos temáticos:

Eixo I: Cultura e identidade (cultura periférica, cultura popular, culturas juvenis, identidades, ritos)
Eixo II: Linguagens artísticas (artes visuais, audiovisual, dança, literatura, moda, música, teatro)
Eixo III: Cultura e cidade (cultura e território, patrimônio cultural)
Eixo IV: Mediação (mediação, arte e educação; formação de público; participação cultural)
Eixo V: Economia da cultura (cultura e economia, direito autoral, mercado editorial)
Eixo VI: Política cultural (política e gestão cultural)
Eixo VII: Comunicação (mídia e comunicação, editoração e imprensa)
Eixo VIII: Teoria e história da cultura (história e cultura, memória e oralidade, teoria cultural)

Esses eixos são apenas indicações preliminares, com o objetivo de organizar a avaliação e apresentação dos trabalhos. Isso não impede que pesquisas que não se enquadrem nos eixos sejam apresentadas – podendo, inclusive, dar origem a novos eixos.

Inscrição

O encontro aceitará dois tipos de trabalhos: trabalhos acadêmicos e não acadêmicos. Os dois tipos têm regras de submissão diferentes (explicadas abaixo), mas as sessões de apresentação serão mistas, organizadas pelos temas e eixos temáticos. Todas as apresentações de trabalho terão duração de no máximo 15 minutos. A inscrição de trabalho na categoria acadêmico ou não acadêmico independe de titulação ou vínculo com instituição acadêmica – ou seja, pessoas não vinculadas a instituições universitárias podem inscrever pesquisas de natureza científica e, inversamente, pessoas vinculadas à universidade podem inscrever pesquisas não acadêmicas.

Trabalhos acadêmicos

Os trabalhos acadêmicos devem ter de 5 a 12 páginas, seguir os padrões ABNT e incluir resumo de até 6 linhas, palavras-chave e referências bibliográficas. Os artigos não devem conter a identificação do autor ou autores.

Os trabalhos serão avaliados por pares com duplo-cego (tanto a identificação dos pareceristas quanto dos autores é mantida em sigilo) e a avaliação será coordenada pela comissão de avaliação.

A submissão de trabalhos será feita pelo site: mediante preenchimento de ficha de inscrição e envio do artigo em formato eletrônico pdf. O arquivo deve ser nomeado com as três primeiras palavras do título, sem acentos ou cedilhas, separadas por hífen. Por exemplo, para o artigo de título “Dimensões da cultura e políticas públicas”, o nome do arquivo deve ser: dimensoes-da-cultura.pdf

Trabalhos não acadêmicos

Os trabalhos não acadêmicos podem ter dois formatos: trabalhos escritos e produção audiovisual.

Os trabalhos escritos devem ter de 5 a 12 páginas e incluir um resumo de até 6 linhas. Os trabalhos não devem conter a identificação do autor ou autores.

Os trabalhos em formato audiovisual (vídeos ou gravações de áudio) devem ter até 5 minutos. Eles devem ser submetidos nos formatos mp4 ou mp3 e acompanhados de título e resumo explicativo (preenchidos na ficha de inscrição).

Os trabalhos serão avaliados por pares com duplo-cego (tanto a identificação dos pareceristas quanto dos autores é mantida em sigilo) e a avaliação será coordenada pela comissão de avaliação.

A submissão de trabalhos será feita pelo site: mediante preenchimento de ficha de inscrição e envio de texto em formato eletrônico pdf ou produção audiovisual em formato mp3 ou mp4. O arquivo deve ser nomeado com as três primeiras palavras do título, sem acentos ou cedilhas, separadas por hífen. Por exemplo, para a produção audiovisual de título “Ilha das flores”, o nome do arquivo deve ser: ilha-das-flores.mp4

Serão aceitos trabalhos não acadêmicos que apresentem reflexões ou pesquisa sobre práticas e produtos culturais e que contribuam para aprofundar sua compreensão.

Não serão aceitos trabalhos que sejam apenas obras criativas ou artísticas, independentemente do valor estético ou cultural.

Não serão aceitos trabalhos que sejam puramente descritivos e não contenham elementos de reflexão ou investigação.

Sugere-se que os trabalhos não acadêmicos contenham uma apresentação geral da ação ou produto cultural, histórico, justificativa da sua relevância e questões e reflexões suscitadas.

Contato

Informações adicionais: contato-ebpc@pesquisaemcultura.org

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